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Ex-Globo, Fernanda Colombo revela salário dos árbitros da Fifa no Brasileirão

Profissionais do quadro da entidade máxima possuem ganhos altos na elite nacional, mas detalhe ainda atrapalha a vida de juízes e assistentes

Por Bruno Romão em 27/03/2023 09:52 - Atualizado há 3 anos

Reprodução

Em entrevista ao Charla Podcast, Fernanda Colombo falou sobre o cotidiano da vida de árbitro. Dessa maneira, a ex-comentarista da Globo revelou que os profissionais da Fifa, em média, embolsam cerca de R$ 6 mil por jogo no Brasileirão Série A. Porém, como existe um sistema de rodízio na escala, não é possível calcular os ganhos dentro do mês, algo que causa dificuldades na organização das finanças.

Na sequência, Fernanda Colombo destacou a importância da profissionalização dos árbitros, que precisam trabalhar em outros empregos de forma paralela. No entanto, não existe uma previsão da CBF para que o cenário se torne realidade, tendo em vista os trâmites necessários.

“Na Série A, (árbitro) Fifa deve estar ganhando R$ 6 mil por jogo. O árbitro central. A gente está falando de elite. O assistente ganha 60% desse valor.”, disse.

Tem outra questão também. Para você fazer o jogo tem que ser escalado. Alguém tem que colocar no jogo. Isso é um sistema que você não tem controle. Se tem uma pessoa que está administrando as escalas, não dá oportunidade ou não gosta do estilo de arbitragem de fulano, não coloca pra trabalhar. O fato de não ser uma profissão dificulta bastante. Você vive sem saber o quanto vai ganhar por mês”, completou.

Realidade dos árbitros do Brasileirão Série D

Além de falar sobre os ganhos no Brasileirão, Fernanda Colombo destacou que os demais árbitros, que trabalham nas divisões inferiores, embolsam valores menores. Sendo assim, em sua época na Série D, a remuneração era baixa, algo que diminuía ainda mais no futebol de várzea.

Na época, eu ganhava R$ 200, R$ 400… era algo em torno disso. Hoje eu não sei quanto está. Diminui bastante. Quando eu fazia várzea eu ganhava R$ 30. Nem pagava o ônibus, era em outra cidade. Gastava mais pra poder trabalhar e aprender”, contou.

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