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Sampaoli define duas preferências para trabalhar no Brasil, revela Nicola

Argentino está sem clube após ser demitido do Sevilla

Por Eder Bahúte em 24/03/2023 18:27 - Atualizado há 3 anos

Sampaoli Flamengo

Em busca da sua terceira experiência no Brasil, Jorge Sampaoli pode aparecer em um clube da Série A futuramente. Ao menos este seria um dos desejos do treinador. Livre no mercado após ser demitido do Sevilla, da Espanha, o argentino teria duas preferências.

Segundo Jorge Nicola, Sampaoli gostaria de dirigir o Flamengo. Além do time carioca, outro desafio que faz brilhar seus olhos é a Seleção Brasileira. Desde a saída de Tite, o cargo está vago, mas seu nome não está entre os especulados.

“Posso assegurar uma outra informação. O Sampaoli vai trabalhar a partir de agora para trabalhar no Flamengo. Antes de fechar com o Sevilla, já havia dado todos os sinais de que queria trabalhar no Flamengo ou na Seleção Brasileira. Ele adora o Rio de Janeiro, tem uma casa em Angra dos Reis que está construíndo e comprou uma casa na Barra da Tijuca e é a cidade que ele escolheu para morar. E, para morar no Rio de Janeiro ele quer trabalhar no Flamengo”, disse Nicola.

No Brasil, Sampaoli já comandou duas equipes. A primeira experiência foi o Santos, onde chegou ao vice-campeonato brasileiro de 2019. Na ocasão, ficou atrás apenas do Flamengo de Jorge Jesus. Em Belo Horizonte, “Sampa” dirigiu o Atlético-MG e conquistou o Estadual.

Jornalista sugere outro nome para o Flamengo

Renato Maurício Prado é fã declarado de Jorge Jesus e sonha com o retorno de JJ ao Flamengo. Ele, porém, sugere um outro nome até a volta do Mister.

“Independentemente do resultado, eu mandava o Vítor Pereira embora. A partir daí eu acertava com o Jorge Jesus para ele voltar em maio e dizia para o Filipe Luís o seguinte: ‘Querido, você não quer ser treinador? Então você vai assumir agora e nós te daremos força até a chegada do Jorge Jesus. Quando ele chegar, você vai fazer parte da comissão técnica. Nós já iremos acertar com ele que você fará parte da comissão técnica. É a melhor solução”, diz Renato.

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