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Seleção brasileira enfrentou o Marrocos duas vezes; relembre

Brasil tem novo desafio contra marroquinos, dessa vez com nível de dificuldade superior aos anteriores

Por Paulo Foles em 25/03/2023 14:17 - Atualizado há 3 anos

Michael Steele/Getty Images

Neste sábado (25), a seleção brasileira faz o primeiro jogo após a Copa do Mundo no Catar. O novo ciclo visando o Mundial de 2026 começa com Ramon Menezes como treinador interino e algumas novidades entre os convocados.

O adversário neste primeiro desafio é o Marrocos, que fez história e foi semifinalista no Catar, eliminando no caminho a Espanha e Portugal de Cristiano Ronaldo. A seleção já enfrentou os marroquinos duas vezes, em uma época em que a superioridade brasileira era bem maior em comparação com os dias de hoje.

O primeiro confronto foi em amistoso em 1997, quando o Brasil venceu por 2 a 0, com dois gols de Denílson. Em 1998 aconteceu um novo duelo, dessa vez pela Copa do Mundo na França e mais uma vitória brasileira, por 3 a 0, gols de Rivaldo, Bebeto e Ronaldo Fenômeno.

Dessa vez, o desafio é grande para a seleção brasileira. O futebol marroquino vem em crescente evolução e já se estabeleceu como uma grande força no continente africano.

O Brasil joga contra o Marrocos em amistoso na cidade de Tânger, no país africano, às 19h (de Brasília).

Escalação do Brasil no jogo de 97: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano e Gonçalves; Émerson, Zé Elias, Juninho Paulista e Zé Roberto; Denílson, Dodô e Donizete.

Escalação do Brasil no jogo de 98: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair e Roberto Carlos; César Sampaio, Dunga, Leonardo e Rivaldo; Ronaldo Fenômeno e Bebeto.

Casemiro fala de Tite, Ramon Menezes e Ancelotti

“Eu tive experiência com nosso último treinador, o Tite, e ele deixou um legado muito grande aqui, e o maior legado que ele deixou para mim foi viver intensamente isso. Ele vivia 24 horas, todos os dias, junto com a comissão ia para a Europa ver os jogadores, ia para os clubes ver o lado sentimental, o lado humano, não só o lado do jogador. Se tiver um trabalho bem próximo da perfeição, eu diria que foi o do Tite. Mas no futebol a gente sabe: quando perde está tudo errado, quando ganha está tudo certo”, analisou o volante da seleção.

Sobre Carlo Ancelotti, do Real Madrid, disse o seguinte: “É um treinador que eu conheço muito, um amigo que tenho, um admirador que tenho no futebol, foi um prazer trabalhar com ele, mas tem um outro lado: o Ancelotti tem um clube, que é o Real Madrid, temos que respeitar o clube em que ele está, temos que respeitar o Ancelotti”, disse.

“Temos também um treinador aqui, o Ramon, que não é efetivo, mas está aqui para fazer esse jogo. São oportunidades, se ele faz um grande trabalho e os nomes que o presidente quer não aceitam, o Ramon está aí. A partir do momento que vim para cá, estou respeitando e tratando ele como um treinador de Copa do Mundo. Não só eu, mas todos os jogadores estão respeitando à altura porque ele é o treinador hoje e tem que ter um respeito pelo treinador”, avaliou o jogador da seleção brasileira e Manchester United.

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