Denilson desabafa sobre dívida “eterna” de Belo: “Não vou dar sossego”
Pentacampeão do mundo lamentou que o cantor esteja levando uma vida normal após ser condenado em processo
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Alvo de brincadeiras por conta da dívida envolvendo Belo, Denilson apontou que o assunto, mesmo que seja alvo de piadas, é bastante sério. Como o cantor deixou o Grupo Soweto para iniciar carreira solo, o ex-jogador, que fechou acordo para comprar a banda de pagode, entrou na Justiça alegando quebra contratual e conseguiu vencer o processo.
Neste cenário, Denilson deu ênfase ao comportamento totalmente despreocupado de Belo. Em 2004, o artista foi condenado pela Justiça e o valor da dívida já atingiu R$ 5 milhões, mas o pagamento nunca foi feito. Dessa forma, a sentença vem sendo ignorada e a demora para o acerto de contas motivou a sequência de piadas em relação ao assunto.
“Ele tá devendo uma merrequinha pra ‘nós’, mas ele vai pagar (…) Alguns valores estão invertidos. O meu desafio, como pai, é tentar mostrar para os meus filhos um pouquinho do que eu aprendi com meus pais, de ser de verdade, respeitar… essa história do Belo eu já contei rindo, tirando onda e brincando, mas é um negócio sério porque fala muito do ser humano. Eu não posso quebrar um contrato, dever um dinheiro e viver uma vida normal. Como você coloca a cabeça no travesseiro, irmão? Se eu vou no posto de gasolina e esqueço a carteira, eu pego minha carteira, volto e pago a gasolina (…) É o certo a ser feito. O negócio tomou uma proporção e foi pro lado do meme, das brincadeiras, mas é algo sério. Não é brincadeira o cara dever e ter uma vida normal”, disse ao podcast Benja Me Mucho.
Denilson não vai facilitar vida de Belo
Na sequência, Denilson ressaltou que Belo não pode mais recorrer da sentença judicial. Mesmo que não tenha recebido o dinheiro, o comentarista da Band rechaçou a possibilidade de abrir mão da quantia, mas o cenário continua totalmente incerto.
“Deve ter uns 15 anos do processo. Está executado, não tem negócio de instância. Não é normal, cara. A Justiça fez a parte dela, deu causa ganha (…) Se a gente se trombar, é perigoso ele rir da minha cara e pegar na minha mão, ele é assim. Ninguém vive igual ele. Devendo todo mundo e com vida normal. Ele continua me devendo! Não me deve pouco. O pior é falarem para esquecer. Não vou esquecer, ele me deve ‘milhas’. Pode ser que meus filhos recebam, eu não vou dar sossego”, concluiu.

