Oscar Roberto Godói dispara contra comportamento de Abel no Palmeiras: “Mal-educado”
Ex-árbitro acredita que a postura do português nos jogos do time alviverde é totalmente inaceitável
Reprodução - Cesar Greco/Palmeiras
Em entrevista ao podcast “Benja Me Mucho”, Oscar Roberto Godói demonstrou insatisfação com Abel Ferreira. Por conta do comportamento explosivo do treinador, ele destacou que os árbitros não cometem nenhuma injustiça no momento em que decidem punir o português. Sendo assim, em sua visão, deve existir um maior rigor para que o comandante do Palmeiras seja “catequizado”.
Como Abel Ferreira já revelou que é cobrado em casa pela conduta nos jogos do Palmeiras, Godói apontou que não se deve dar margem para que o técnico “cresça” para cima da arbitragem. Diante disso, o antigo comentarista da Band apontou que o profissional não é gentil com os juízes e bandeirinhas, motivo pelo qual precisam devolver na mesma moeda.
“Ele (Abel) é muito mal-educado, desrespeitoso. Ele não pode, mesmo estando certo, se dirigir aos integrantes da arbitragem do jeito que ele se dirige. Só tem uma maneira de enquadrar e consertar ele. É metendo o cartão. Mete o cartão que ele vai se enquadrar, até porque ele falou que as filhas e a esposa chamam ele e puxam a orelha dele.”, disse.
“Abel não faz nada que não mereça, não teve um momento de injustiça com ele. Tudo merecido. Deram muito mole pra ele. Já tinha que ter tido um comportamento mais rigoroso desde o início. Uma hora dessa ele já estaria catequizado. É pelo que eu vejo na TV, falando e gesticulando daquele jeito ele não pode estar elogiando.“, completou.
Apesar das críticas, Leila Pereira garantiu total respaldo para Abel Ferreira. Dessa forma, a presidente do Palmeiras assegurou que não teve qualquer tipo de conversa envolvendo uma mudança de postura à beira do campo.
“O Abel tem meu apoio incondicional. Jamais pedi para o Abel mudar o temperamento dele. Eu não acho que um técnico não possa reclamar (…) Eu nunca questionei o Abel. Nunca conversei com o Abel para que ele mude o temperamento dele. Pelo contrário. Todas as vezes que converso com o Abel é para dar força a ele, para que ele continue sendo o que ele é. Por que se ele não tivesse esse temperamento, essa personalidade, ele não seria o treinador vencedor que ele é. Não seria tão vitorioso.”, relatou ao Globo Esporte.

