Palmeiras “falhou” em contratar três reforços por falta de dinheiro, diz Pascoal; veja nomes
Jornalista apontou que Abel Ferreira não teve pedidos atendidos nos bastidores do clube
Cesar Greco - Palmeiras
Após a eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil, Anderson Barros veio à público e admitiu que o time precisa de reforços. Porém, o diretor de futebol manteve a mesma linha de Leila Pereira, motivo pelo qual a cúpula que controla o futebol do Verdão não vai fazer nenhum tipo de “loucura” no mercado, algo que foi aprofundado por meio de Osvaldo Pascoal.
Durante o programa ESPN FC, o jornalista revelou que três jogadores foram descartados no Palmeiras por razões financeiras. Além de Walace e Jean Lucas, Yerry Mina, atualmente livre no mercado, se encontra fora da realidade, tendo em vista o atual salário.
“Ele (Barros) tá dizendo que tem que dar um tiro certo porque não tem dinheiro para contratar. Vai contratar o Walace, não consegue chegar perto… o que foi dado para ele não é suficientemente capaz de contratar o Walace, o Jean Lucas e não tinha a capacidade financeira de contratar um jogador que passou pelo Palmeiras, o Yerry Mina, que estava jogando no futebol inglês. Esses foram os três últimos nomes que não teve como contratar. Pode ficar nervoso comigo. Eu sei porque eu sei. Palmeiras conversou (com o Mina), mas não tem ‘turu’ para chegar no que o Mina ganha.“, disse.
Na sequência, Pascoal contou que Abel Ferreira pediu quatro jogadores para a sequência da temporada. Porém, as solicitações envolvendo um zagueiro, um volante, um meio-campista e mais um ponta, até o momento, não foram atendidas no Palmeiras. Sendo assim, os próprios conselheiros do clube estão criticando o estilo de gestão de Leila Pereira.
“O Palmeiras precisa dar oxigênio para o time, precisa de mais disputa interna. Não tem um segundo Zé Rafael, não tem zagueiro, não tem ponta, não tem volante (…) Abel pediu quatro jogadores. O camisa 5 é o primordial, mais um zagueiro, se fosse o Mina iria brigar por uma vaga, um jogador para competir com o Raphael Veiga, e colocou um jogador de velocidade de beirada de campo. Essa é a relação dos quatro jogadores. Os próprios conselheiros dizem que a Leila deveria administrar o Palmeiras como clube de futebol e não como banco.”, acrescentou.

