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Globo vive dilema com Copa do Mundo Feminina; saiba mais

Emissora carioca desfruta do sucesso da competição juntamente com a CazéTV

Por Paulo Foles em 01/08/2023 08:40 - Atualizado há 2 anos

Reprodução/CBF

A Copa do Mundo Feminina está sendo um sucesso para o Grupo Globo e CazéTV. No último sábado (29) de manhã, o jogo entre França e Brasil rendeu 16 pontos de média para a emissora carioca, além de mais de 1,2 milhão de aparelhos conectados no canal de Casimiro Miguel no YouTube e liderança para o SporTV na TV fechada.

É inquestionável o sucesso. Porém, a Globo pode ter que lidar com um grande problema pela frente. A seleção brasileira corre riscos de ser eliminada já na fase de grupos após derrota para a França. O duelo contra a Jamaica, nesta quarta-feira (2), às 7h (de Brasília), é decisivo para definir o futuro da equipe comandada por Pia Sundhage.

Existe um abismo dos números de audiência da seleção brasileira comparado com outras seleções. Caso o Brasil seja eliminado, a Globo irá seguir com o plano de transmitir um jogo por fase até a grande final, mas sabe que os números vão cair drasticamente. Vale ressaltar que isso acontece no futebol masculino também: uma partida de fase de grupos da Copa do Mundo com os pentacampeões dá bem mais audiência do que uma final sem a ‘amarelinha’, por exemplo.

É fato que essa Copa Feminina já representa um crescimento gigante em audiência e engajamento do público. No entanto, a história pode deixar de continuar sendo feita caso as meninas do Brasil não consigam a sonhada vaga para o mata-mata.

A seleção brasileira soma três pontos, conquistados na estreia contra o Panamá, em jogo que terminou 4 a 0. Porém, a derrota para a França deixou a equipe em situação ruim, já que um empate contra a Jamaica já é o suficiente para nos eliminar.

Marta acredita em classificação do Brasil

“Estou tão focada na partida que não parei para pensar que esta pode ser minha última coletiva em uma Copa do Mundo, porque não vai ser. Estou confiante e acredito que vamos seguir na competição”, garantiu a camisa 10 e maior jogadora da história do futebol feminino.

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