Home Futebol PVC vê situação delicada e projeta rebaixamento no Brasileirão: “Acho triste”

PVC vê situação delicada e projeta rebaixamento no Brasileirão: “Acho triste”

Jornalista apontou que erros administrativos devem custar caro na reta final do campeonato

Por Bruno Romão em 07/08/2023 12:37 - Atualizado há 2 anos

Reprodução

Entrando na zona de rebaixamento, o Santos atravessa uma situação complicada no Brasileirão. Após o empate diante do Athletico, a direção demitiu Paulo Turra e optou pela contratação de Diego Aguirre, que chega com a missão de evitar o primeiro rebaixamento da história do clube. Mesmo com a situação sendo reversível, PVC projetou um desfecho melancólico para o Peixe na competição.

Mencionando que os concorrentes do Santos estão crescendo no Brasileirão, PVC projetou a queda do clube alvinegro em 2023. Diante disso, em sua visão, a culpa pelo cenário trágico precisa ser atrelada ao trabalho da direção, tendo em vista os erros de planejamento cometidos nos últimos anos.

“Acho (que cai). Eu acho triste, a gente sabe que tem mudanças drásticas de rumo, mas estamos vendo o Coritiba crescer, o Bahia crescer, o Goiás cresceu… o Santos é essa roda-viva. Posso entender que o trabalho do Turra não estivesse dando resultado, mas ele teve sete jogos. Foram 39 dias. No Brasil, qualquer período de três meses é experiência. Demite quem contrata! Se em dois anos e meio tem oito técnicos, demite quem contrata (…) Não tem varinha magia para resolver o problema. Ou tem convicção da gestão ou vai trilhar o caminho do rebaixamento.”, disse PVC no programa De Primeira, do UOL Esporte.

Na sequência, PVC apontou que a posição do Santos na tabela do Brasileirão não faz jus ao atual elenco. Porém, assim como o Palmeiras, em 2002, o Peixe pode pagar caro pelos erros cometidos fora de campo. De acordo com a Universidade Federal de Minas Gerais, o time alvinegro possui 46.7% de chances de jogar a Série B na próxima temporada.

“O elenco do Santos não é para estar em 17º lugar. O elenco de 2002 não era, tinha Arce, Marcos, Dodô, Itamar… a gestão acerta na questão financeira e erra na gestão esportiva todo dia.”, concluiu.

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