Alvo do Flamengo, Tite recusou sete investidas para voltar ao futebol brasileiro; veja clubes
Técnico pode voltar atrás na decisão de retomar carreira apenas na próxima temporada
Lucas Figueiredo/CBF
Livre no mercado desde o fim da Copa do Mundo, Tite projetou tirar um ano sabático. Dessa forma, o treinador recusou várias propostas do futebol nacional e também não se encantou com possibilidades envolvendo seleções que não estão no mesmo nível do Brasil. Agora, a escolha de não trabalhar em 2023 pode ser deixada de lado com o projeto envolvendo o Flamengo.
Durante o programa Seleção SporTV, Alexandre Lozetti trouxe a informação que Tite, em um passado recente, disse “não” ao Corinthians três vezes. Diante disso, o Timão explorou outros nomes e, no momento, é comandado por Vanderlei Luxemburgo.
“O futebol brasileiro vai se apresentando como uma realidade, mas vai ter que existir um poder de convencimento para que ele assuma esse ano porque ele já recusou inúmeras propostas. Só o Corinthians, o clube que ele é mais identificado, foram três vezes.”, disse Lozetti.
Além do Corinthians, mais seis clubes, incluindo o Flamengo, tentaram contratar Tite. Isso porque Botafogo, Atlético-MG, Cruzeiro, Bahia e Internacional também se interessaram pelo técnico, que manteve o mesmo discurso.
“Do futebol brasileiro, ele foi chamado pelo Flamengo quando o Vítor Pereira saiu. Foi chamado pelo Corinthians quando saiu o Cuca. Foi chamado pelo Botafogo quando saiu o Luis Castro. Foi chamado pelo Atlético-MG quando saiu o Coudet.”, afirmou André Rizek.
“Mais recentemente, Cruzeiro e Bahia também procuraram. O Internacional, quando achou que o Mano Menezes iria para o Corinthians, também procurou.“, completou Lozetti.
“Ele sempre deu a mesma resposta: ‘Não vou trabalhar esse ano’. Ele entende que vai levar para o clube todas as críticas do trabalho na Copa do Mundo. Era a posição dele.“, informou o apresentador do programa.
Caso aceite assumir o Flamengo em outubro, Tite terá o desafio de classificar o clube para a fase de grupos da Libertadores. Na sequência, o técnico deve ganhar o poder de definir saídas e analisar os nomes cotados para reforçar o elenco e o departamento de futebol.

