Home Futebol Flavio Prado não vê potencial de Abel Ferreira atingir nível de treinador histórico do Brasil: “Jamais”

Flavio Prado não vê potencial de Abel Ferreira atingir nível de treinador histórico do Brasil: “Jamais”

Jornalista rechaçou possibilidade do técnico do Palmeiras alcançar destaque na Europa

Por Bruno Romão em 03/09/2023 15:18 - Atualizado há 3 anos

Reprodução

Em debate na Jovem Pan, Flavio Prado opinou sobre os momentos de Abel Ferreira e Vanderlei Luxemburgo. Inicialmente, o português, multicampeão no Palmeiras, foi colocado acima do comandante do Corinthians, tendo em vista o cenário atual. Porém, em sua visão, o profissional bicampeão da Libertadores jamais vai atingir o nível do ex-treinador do Real Madrid e seleção brasileira.

“Hoje, claro que o Abel Ferreira (é melhor)! Em termos de história não dá para comparar um com o outro, mas, nesse recorte atual, evidente que é o Abel Ferreira”, disse.

“O Abel jamais atingirá, nem de longe, o nível que o Vanderlei atingiu”, completou.

Por conta do ponto de vista, Thiago Asmar destacou que Abel Ferreira, no futuro, pode treinar um grande clube europeu, hipótese rechaçada por Flavio Prado. Sendo assim, o jornalista acredita que o técnico do Palmeiras não será o “sucessor” de José Mourinho no Velho Continente.

Destacando que Abel Ferreira conquistou sucesso em um mercado periférico, Flavio Prado lembrou que nenhum clube gigante sondou o português. Sendo assim, mesmo sendo respeitado na América do Sul, o mesmo status vai estar longe de virar realidade no futebol europeu.

“Não dá para comparar o Abel Ferreira com o Mourinho. Tá ganhando tudo em um mundo periférico do futebol. Ele não vai para um grande clube europeu, não tem nível para dirigir um grande clube europeu. Tem um técnico lá na África com mais título que ele, mas é outro mundo. Ele nunca foi nem sondado. O nível dele é outro, não é de grande clube europeu. Ele não tem nível para o futebol europeu. O Palmeiras está em um mercado periférico, isso é vender ilusão (…) O Abel achou o mercado aqui, mas optou por um mercado paralelo. Se ficar a vida aqui, vai ser um respeitado no Brasil, mas não no mundo”, analisou.

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