Venê Casagrande revela técnico que pode virar plano A no Flamengo: “Eu garanto”
Rubro-Negro tem Sampaoli fora dos planos para 2024 e busca um substituto
Flamengo treinador
O Flamengo pode já no próximo final de semana ter um novo treinador na partida contra o Bahia, no Rio de Janeiro, pelo Brasileirão. Ao menos esta é a ideia da direção rubro-negra. Com Sampaoli descartado, o clube discute internamente a melhor alternativa e tem pressa na decisão. Venê Casagrande admite que há conversas com Tite, mas aponta outro profissional que deixaria o ex-treinador da seleção como “plano B”.
Trata-se de Luís Castro, que comandava o Botafogo até receber uma oferta astronômica do mundo árabe. Venê conta que se o português estivesse livre seria ele a primeira opção do rubro-negro.
“Esse outro nome é o Luís Castro, treinador que passou recentemente pelo Botafogo. A diretoria do Flamengo adora o seu trabalho. Eu digo para vocês, se o Luís Castro sai amanhã do Al-Nassr, algo que é muito difícil de acontecer, tenho certeza que a diretoria do Flamengo entraria em contato com ele para tentar a contratação. Como hoje está empregado, hoje o nome mais tangível é o Tite. O Mano Menezes não é bem avaliado, Jorge Jesus está empregado e o Tite está livre no mercado. As conversas, inclusive, foram iniciadas”, informou Venê, no Arena SBT.
“Eu garanto para vocês: se o Luís Castro sai amanhã do Al-Nassr, ele passa a ser o plano A da diretoria do Flamengo”, acrescente.
Jorge Jesus, que corre riscos de demissão no Al-Hilal é um nome óbvio, mas parece bem distante no momento. Desta forma, tudo parece caminhar para que Tite seja o novo comandante do Flamengo. A dúvida é se ele assumiria desde já ou somente em janeiro de 2024.
Segundo o site Coluna do Fla, Tite não planeja iniciar nenhum projeto ainda em 2023. Esta seria a condição imposta pelo profissional para dizer “sim” aos cariocas. De todos estes nomes, Flávio Prado considera Jesus como melhor alternativa e justifica opinião.
“Eu acho que o Flamengo tem que contratar o Jorge Jesus para deixar de encher o saco dos outros técnicos”, opinou Flávio.

