Home Futebol Renata Silveira cita três jogadores que podem ser decisivos para o Botafogo na Libertadores

Renata Silveira cita três jogadores que podem ser decisivos para o Botafogo na Libertadores

Locutora da Globo acredita que reforços contratados na janela podem ajudar o Glorioso ao longo da competição

Por Bruno Romão em 14/03/2024 14:46 - Atualizado há 2 anos

Jeffinho comemora gol pelo Botafogo no Carioca (Vitor Silva/Botafogo)

Escalada para o duelo entre Red Bull Bragantino x Botafogo, Renata Silveira narrou a classificação do clube carioca. Após o empate por 1 a 1, a equipe alvinegra se encontra confirmada na fase de grupos da Libertadores, torneio que pode curar a ferida aberta deixada pelo fracasso no Brasileirão 2023.

Em entrevista ao Torcedores.com, Renata Silveira avisou que não será fácil para o Botafogo conseguir êxito na Libertadores. Mesmo assim, caso os reforços se firmem em campo, existe a possibilidade de Jeffinho, John e Luiz Henrique virarem trunfos para o Glorioso no torneio.

“Acho que vai ser bem difícil, o Botafogo teve aquela queda livre ano passado, infelizmente, de um sonho que parecia muito óbvio de liderar uma competição durante 30 rodadas, nem conseguiu a vaga direta para a fase grupos. Eu acho que foi página virada em relação a isso, em relação a essa conquista, agora é muito trabalho.”

“Tem três jogadores que foram as principais três contratações, John, Jeffinho e o Luiz (Henrique). Eles estão ainda retornando, então a gente tem que ver ainda esse Botafogo 100% com quem vai comandar, mas a gente sabe que Libertadores é muito difícil, mas o Botafogo está sete anos depois voltando. Tem a parte mental que precisa estar muito forte, vontade a gente sabe que eles têm de sobra.”, completou.

Experiência dos brasileiros na Libertadores

Para manter a hegemonia recente de títulos na Libertadores, os times brasileiros, mais uma vez, vão precisar superar a catimba dos adversários. Apesar disso, Renata Silveira acredita que houve uma evolução na parte psicológica para evitar prejuízos ao longo da competição.

“Por muitos anos a gente viu ali os times argentinos, uruguaios, brincando pra cima dos brasileiros de que não sabiam jogar a Libertadores, acho que. A gente aprendeu, que a galera faz cera, prende bola, segura e bota o regulamento embaixo do braço, é isso.”, afirmou.

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