Home Futebol Casagrande indica time brasileiro “cascudo” na Libertadores: “Sempre foi complicado”

Casagrande indica time brasileiro “cascudo” na Libertadores: “Sempre foi complicado”

Comentarista sinalizou trunfo envolvendo possível título do torneio continental em 2024

Por Bruno Romão em 05/06/2024 10:55 - Atualizado há 2 anos

Casagrande, ex-jogador e comentarista (Reprodução)

Reagindo ao triunfo do Grêmio sobre o Huachipato, Casagrande exaltou o estilo “copeiro” do Imortal. Por conta das condições do gramado, além do jogo truncado, o ex-jogador considera que o duelo trouxe um ambiente da Libertadores dos anos 1970, passado que também foi atrelado ao time de Renato Gaúcho.

Neste contexto, Casagrande fez questão de valorizar o histórico do Grêmio na Libertadores. Apesar dos tropeços na fase de grupos, a equipe está confirmada nas oitavas de final e tem grandes chances de alcançar o primeiro lugar da chave.

“O jogo parecia Libertadores dos anos 70, mas o Grêmio é um time de Libertadores dos anos 70 e 80. O Renato trabalha dessa maneira. Os melhores momentos com o Renato sempre foram assim, um time que joga bem e encara qualquer tipo de dificuldade em campo. Sempre foi muito complicado eliminar o Grêmio da Libertadores.”, disse Casão, em live do UOL Esporte.

Responsável pelo gol da vitória fora de casa, Diego Costa é visto como sendo ideal para o Grêmio. Isso porque o centroavante costuma se entregar ao máximo em campo e, após a saída de Suárez, vem dando conta do recado em campo.

“Tem um jogador, que é o Diego Costa, que eu gosto muito do estilo. Tinha falado lá atrás quando ele veio para o Atlético-MG e foi para o Botafogo. Muitos times perderam a oportunidade de pegar o Diego Costa, que estava solto no começo do ano. Se falou no Palmeiras, Corinthians, mas ninguém tomou uma atitude.”, enalteceu.

Casagrande vê Diego Costa como nove raiz

Seguindo com o discurso centrado em Diego Costa, Casagrande enxerga uma grande coragem do atacante. Embora o VAR esteja presente na Libertadores, a conduta de manter o estilo brigador em campo é visto como algo raro no futebol atual.

“O Renato adora esse desafio de pegar uma carta fora do baralho e transformar em uma peça super importante no time dele. Aquele jogo de ontem é jogo de Diego Costa. Um cara forte fisicamente, sabe fazer gol de todos os tipos, se joga, de cabeça, esquerda, faz o pivô…”

“Ele faz tudo e, ao mesmo tempo, é ‘bateu, levou’. É raro no futebol ter um centroavante que se comporte dessa maneira, mesmo com o VAR. Quer dar pancada? Vai tomar pancada? Quer jogar bola? Vai jogar bola, em qualquer tipo de gramado que encontre pela frente.”, finalizou.

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