Pituca antecipa campeão da Libertadores e Copa do Brasil
Volante do Santos valoriza força do elenco para opinar qual equipe levará a melhor em ambas competições
Diego Pituca, jogador do Santos - Foto: Raul Baretta/Santos FC
Diego Pituca demonstrou convicção ao eleger o campeão da Libertadores e Copa do Brasil 2024. Durante entrevista concedida ao SBT Sports, o meio-campista do Santos descartou Palmeiras e Botafogo, equipes que também são colocadas entre as favoritas. Em sua avaliação, o Flamengo ficará com o título das duas competições.
Segundo o volante do Peixe, a força do elenco rubro-negro deve fazer a diferença nas Copas. Contudo, a equipe comandada por Tite tem tido perdas por lesões inesperadas. Everton Cebolinha e Matías Viña, por exemplo, dificilmente irão atuar ainda nesta temporada.
Ambos foram submetidos a cirurgia e o tempo de recuperação é considerável. Além deles, os atacantes Pedro e Gabigol que ontem deixaram o gramado com dores na coxa e são dúvidas para o segundo jogo das oitavas de final da Libertadores.
“Flamengo leva”, opinou Pituca ao ser perguntado sobre as duas competições.
Luiz Araújo e Léo Pereira marcaram os gols da vitória do Flamengo sobre o Bolívar por 2 a 0, no estádio do Maracanã.
Com a vantagem de dois gols, o Flamengo agora pode até perder por um gol de diferença no jogo da próxima quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Hernando Siles, na temida altitude de La Paz. Derrota por dois gols levará a decisão para os pênaltis.
Ciente das dificuldades que será o duelo da volta, Arrascaeta fala da importância que todos estejam bem fisicamente, uma vez que o duelo vai exigir muito pelas condições climáticas.
“Agora é descansar, estar 100% mentalizado porque lá vai ser um jogo difícil, mas temos que ir lá tentar classificar”, projetou o meia.
Citado por Pituca, Flamengo deve ter reservas no clássico
Temendo novos lesionados, Tite deve poupar seus principais jogadores no clássico com o Botafogo, domingo, pela 23ª rodada do Brasileirão. Na entrevista coletiva, o treinador novamente falou das dificuldades do calendário.
“Eu queria estar errado para falar de calendário. Mas olhem o que está acontecendo. E não adianta me dar balinha doce o sindicato dos atletas dizer: “Ah, eu agradeci ao Tite porque ele falou, mas o calendário estava e nós aceitamos 66 horas”. Não tem que aceitar, não. Nós, enquanto técnico, temos que bater, o atleta vai arrebentar”.

