Home Futebol Renato Paiva não vê ansiedade atrapalhar Botafogo em estreia no Mundial de Clubes: “Vamos aceitá-la naturalmente” 

Renato Paiva não vê ansiedade atrapalhar Botafogo em estreia no Mundial de Clubes: “Vamos aceitá-la naturalmente” 

Treinador do Glorioso falou em coletiva sobre a expectativa para a estreia na competição, que será neste domingo (15), contra o Seattle Sounders

Por Victor Martins em 15/06/2025 13:16 - Atualizado há 8 meses

Treinador do Botafogo comenta sobre ansiedade pela estreia (Foto: Divulgação/Botafogo)

Neste domingo, o Botafogo fará sua estreia na Copa do Mundo de Clubes, enfrentando o Seattle Sounders. Um momento ao qual o torcedor alvinegro esperou por muito tempo e no qual a ansiedade pela competição cresce a cada segundo até a hora do apito inicial.

‘Aceitar a ansiedade’

Mas, se para muitos, o sentimento de ansiedade perturba, para o técnico Renato Paiva não. O comandante botafoguense falou em entrevista coletiva que ‘aceitou’ se coloca como ‘ansioso’ para a disputa do Mundial de Clubes, diante de toda a perspectiva do torneio em si e das esperanças do Glorioso em buscar tal conquista.

“Escuto várias vezes as pessoas falarem isso, de ansiedade, como é que vamos fazer com a ansiedade. Vamos aceitá-la naturalmente. É a primeira competição que se faz deste gênero, é o primeiro Mundial de Clubes, 32 equipes estão aqui, estamos numa elite mundial. Como é que não vai haver ansiedade?”, disse Paiva

“Realmente vai haver ansiedade. E eu acho que a melhor forma de se controlar ansiedade é saber viver com ela. É saber que ela existe. Não é estar com um elefante da sala e você dizer que está tudo bem”, completou o treinador

O desafio da estreia

Devido a tal sentimento, o técnico do Botafogo não vê outra solução a não ser cumprir com o seu objetivo e não mudar de forma abrupta os rumos do trabalho. Paiva argumenta que o controle de tal ‘ansiedade’ tem de ser feito ‘respeitando a identidade’ da equipe e dos atletas, confiando que seu elenco poderá dentro de campo corresponder com o que se espera do Glorioso.

“É não mudar o trabalho que estamos fazendo e que está fazendo os jogadores crescerem. É sermos nós próprios. Nosso desafio é, independentemente de quem esteja do outro lado, é respeitar a nós mesmos. Respeitar o nosso torcedor, a identidade do clube e os jogadores. É por em prática tudo o que colocamos desde o primeiro dia. Eles sabem o que tem que fazer nas diversas fases do jogo. Quando a bola rolar, eu sou sincero, acaba a ansiedade”, comentou.

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