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Mauro Cezar compara momento de Vini Jr na seleção com começo de Messi na Argentina

Comentarista compara críticas ao brasileiro com questionamentos antigos sobre Messi e aponta influência do coletivo

Por Douglas Nunes em 27/03/2026 09:50 - Atualizado há 4 horas

Mauro Cezar analisa Palmeiras na Copa Libertadores da América. Foto: Reprodução

A derrota da Seleção Brasileira por 2 a 1 para a França, em amistoso nos Estados Unidos, ampliou o debate sobre o desempenho de Vinícius Júnior com a camisa da seleção. O atacante, que passou a usar a camisa 10, teve atuação discreta e voltou a ser alvo de críticas.

Durante o confronto, o jogador encontrou dificuldades diante da marcação adversária. Os laterais Malo Gusto e Théo Hernández limitaram suas ações, enquanto decisões no último terço do campo não surtiram efeito. Diante desse cenário, o comentarista Mauro Cezar Pereira trouxe uma análise diferente ao discutir o momento do atleta.

Comparação com Messi marca análise do comentarista

Ao abordar a fase de Vini Jr, Mauro Cezar recorreu ao histórico de Lionel Messi na seleção argentina. O jornalista relembrou críticas antigas ao craque, usadas como paralelo para o cenário atual do brasileiro.

“Eu não acredito nessa história de jogador de seleção e jogador de time. Se a seleção for um bom time o cara vai jogar. Já disseram que o Messi não era jogador de seleção”

Na sequência, ele reforçou o argumento ao destacar o contexto coletivo. “Quantas vezes falavam? Até na Argentina falavam isso, que o Messi não era jogador para a seleção. Eu acho isso meio burro. Na minha opinião, depende do time estar bem para o cara estar bem naquele time, poder render e jogar um grande futebol”

Com isso, o comentarista desloca o foco da análise individual para o desempenho do conjunto. A leitura sugere que o rendimento do atacante está diretamente ligado ao funcionamento da equipe.

França aproveita erros e define resultado

Dentro de campo, a França foi mais eficiente nos momentos decisivos. Logo no primeiro tempo, Kylian Mbappé abriu o placar após falha defensiva brasileira, ao finalizar por cobertura diante de Ederson.

Posteriormente, já na etapa final, Hugo Ekitiké ampliou em contra-ataque. Mesmo com um jogador a mais após expulsão de Dayot Upamecano, o Brasil não conseguiu reagir de forma consistente. O gol de Bremer diminuiu a diferença, mas não alterou o resultado.

Brasil cria, mas esbarra na falta de eficiência

Apesar do placar, o Brasil teve momentos de volume ofensivo. No início, Gabriel Martinelli levou perigo em finalização próxima ao gol. Depois, jogadores como Casemiro e Matheus Cunha também tentaram, mas sem precisão.

Já no segundo tempo, o time aumentou a pressão, sobretudo após a vantagem numérica. Ainda assim, faltou efetividade nas conclusões. O goleiro Mike Maignan apareceu bem em diferentes momentos e segurou o resultado.

Próximo compromisso mantém pressão sobre a equipe

Agora, a Seleção Brasileira volta a campo na próxima terça-feira, em novo amistoso contra a Croácia. O duelo acontece em Orlando e surge como nova oportunidade para ajustes.

Enquanto isso, o debate sobre o desempenho individual de Vini Jr segue aberto. A comparação feita por Mauro Cezar adiciona um novo ponto à discussão, ao sugerir que o rendimento do jogador não pode ser analisado de forma isolada.

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