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Projeto de ampliação do Allianz Parque avança no Palmeiras

Clube negocia com empresa do ramo de tintas para bancar a obra; projeto prevê retirada de cadeiras

Por Emerson Silva em 10/03/2026 21:38 - Atualizado há 2 meses

O Palmeiras pode trocar o nome de seu estádio (Créditos: Sonny Vermeer)

O Palmeiras voltou a vencer uma competição no fim de semana. Depois de amargar três vices em 2025, a equipe conquistou o Campeonato Paulista de 2026. O ano, então, começou em alto padrão dentro de campo. E, fora dele, a temporada também caminha para grandes novidades.

O Palmeiras está em fase avançada de estudos para a ampliação da capacidade do Allianz Parque já para 2026. Conforme informações da ESPN, o clube busca algumas alternativas para colocar mais torcedores em dias de jogos, hoje com uma capacidade estimada entre 43 e 45 mil pessoas.

Uma das possibilidades apontadas pela emissora é a retirada das cadeiras localizadas no setor conhecido como Gol Norte, que ocupa a área inferior atrás de um dos gols. Dentro da proposta, há ainda a hipótese de se fazer o mesmo na parte superior. A ideia é retirar os assentos e abrir espaço para um maior número de pessoas.

Ainda conforme as informações da ESPN, as avaliações técnicas estão avançadas dentro do clube. No entanto, qualquer mudança estrutural no estádio vai depender dos órgãos responsáveis da cidade e do estado de São Paulo. Ou seja, somente após uma análise desses setores e, posteriormente, a aprovação poderá fazer o projeto avançar ainda mais.

O Palmeiras ainda estuda a quantidade total de pessoas que o Allianz Parque poderá receber em breve, somente depois da retirada das cadeiras, o que deve ocorrer após a aprovação dos órgãos responsáveis. No entanto, o projeto não está parado internamente.

Suvinil aparece como patrocínio

Em meio às possibilidades de aumento de capacidade de seu estádio, o clube recorre a outros parceiros para financiar o seu projeto no futebol. Conforme informações de setoristas, a The Sherwin-Williams Company, responsável pela marca Suvinil no Brasil, aparece entre as empresas avaliadas para participar dessa eventual reforma.

A companhia, entretanto, não estaria apenas se candidatando para financiar a obra, mas também para ocupar um lugar vago na camisa do Palmeiras. A Fictor deixou de estampar seu nome depois de pedir recuperação judicial.

O acordo com o grupo previa o pagamento de R$ 25 milhões por temporada, além de metas, para exposição nas costas das camisas dos times profissionais masculino e feminino, bem como a marca máster nas categorias de base do Palmeiras.

Embora o projeto avance, o clube ainda aguarda mais estudos sobre a obra. Contudo, o projeto caminha como um dos grandes feitos da gestão para esta temporada.

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