Depois de Ademir, o Atlético finalizou a chegada de um novo reforço também por meio de um pré-contrato. Com o intuito de qualificar o elenco, mas ao mesmo tempo evitando grandes investimentos, a direção do Galo chegou a um acordo por Otávio, do Bordeaux, mantendo assim à risca o discurso de não gastar milhões cm contratações.
Além de custos mínimos em reforços, o Atlético ainda definiu algumas saídas, gerando assim uma alta economia em seus cofres. Segundo informações do ge.com, o clube mineiro acumula cerca de R$ 31 milhões com operações de despedidas. Algumas delas foram de grande impacto financeiro.
O zagueiro Junior Alonso, por exemplo, gerou ao alvinegro quase R$ 48 milhões com a transferência junto ao Krasnodar, equipe da Rússia. Além de vendas, o Galo ainda acertou a saída de atletas com custos consideráveis e que pouco foram utilizados por Cuca durante a última temporada. Casos de Alan Franco, Nathan e Hyoran.
Sem espaço com o então treinador, Franco acertou sua ida para o Charlotte FC, dos Estados Unidos. Ainda no setor, Nathan foi emprestado ao Fluminense, do Rio de Janeiro. Por último, Hyoran foi liberado para o Red Bull Bragantino. Todos eles foram negociados com direitos já fixados para compra.
Por fim, outra saída que tem um impacto grande nos cofres é Diego Costa. O atacante, que havia gerado um custo alto do clube, tinha contrato até dezembro deste ano, mas decidiu em janeiro interromper o curto ciclo com a camisa atleticana. Em comum acordo, as partes concluíram então a recsisão do vínculo.
Apesar das movimentações, o Atlético conseguiu manter seus principais jogadores para 2022. Depois de um 2021 de sucesso, a grande preocupação era com eventuais perdas para o exterior. Como dito várias vezes publicamente, o Galo considerava seu maior reforço a manutenção da espinha dorsal, o que se confirmou.

