John Textor está em poucos passos de se tornar oficialmente o acionista majoritário do futebol do Botafogo. O empresário esteve nesta semana no Rio de Janeiro e deixou encaminhado o acerto final para poder assumir o controle da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do clube.
O futuro administrador da parte futebolística do Glorioso assistiu à parte do clássico com o Flamengo, nesta quarta-feira (23), pelo Campeonato Carioca. Ainda durante o jogo, que terminou com a derrota botafoguense por 3 a 1, deixou o Rio de Janeiro com o acordo de venda da SAF devidamente encaminhado, mas com o contrato definitivo ainda não assinado, de acordo com o GE.
Para que a assinatura seja firmada em definitivo, ainda há diversos problemas burocráticos que Textor e Botafogo terão de lidar para o acerto oficial da negociação. O principal fator é um trâmite chamado ‘drop down’, que é transferência de ativos entre duas empresas. No caso, o modo como os contratos do clube devem deixar de ser registrados no CNPJ do Fogão enquanto entidade civil para serem registrados no nome da empresa que irá gerir o futebol do Alvinegro.
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Tal operação deve ser feita em até dois duas úteis, já que envolve registros em junta comercial, cartório e a devida burocracia para que todos os vínculos ligados ao futebol do clube passem para a SAF. A intenção é de que tal ‘drop down’ possa ser resolvido até sexta-feira (25) ou depois do Carnaval.
O acerto quanto os contratos já definitivamente encaminharia o contrato para ser assinado de forma definitiva e o futebol do clube seria, de vez, de John Textor. O contrato deve ser assinado de forma digital, já que o empresário americano não estará no Brasil quando tais trâmites forem definidos.
John Textor, Deco, Raphael Rezende e Alessandro Brito estão no Copacabana Palace em uma reunião de forma isolada dos hóspedes.
Doideira! pic.twitter.com/aiKqGu1p5c
— Futmais (@futtmais) February 23, 2022
Com o contrato assinado, o empresário poderá investir fortemente no futebol do Fogão e a primeira missão é a contratação de um treinador, com o português Luís Castro sendo o principal nome a assumir o cargo

