Home Automobilismo Fórmula 1: FIA toma decisão sobre possibilidade de cancelamento GP da Rússia após invasão na Ucrânia

Fórmula 1: FIA toma decisão sobre possibilidade de cancelamento GP da Rússia após invasão na Ucrânia

Temporada 2022 da F1 terá 23 provas, contando com o Grande Prêmio de Socchi

Cido Vieira
Cido Vieira é um jornalista graduado no Centro Universitário Uninter que trabalha como redator no Torcedores.com desde 2017, com cobertura focada em futebol brasileiro e mídia esportiva. Acumula dentro de sua trajetória na profissão experiência na área radiofônica, sendo setorista de clubes pernambucanos, cobrindo Brasileirão e Copa do Nordeste.

O início da invasão militar da Rússia em solo ucraniano na madrugada desta quinta-feira (24) deixou o mundo em alerta. Nos bastidores da Fórmula 1, começaram a surgir rumores sobre o futuro do GP da Rússia de Fórmula 1, agendado para o dia 25 de setembro. Apesar dos comentários de possível cancelamento da prova, a categoria se manifestou, e em um primeiro momento descartou a possibilidade de qualquer ação sobre a prova.

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“Observamos de perto o desenvolvimento fluído dos acontecimentos e, neste momento, não há mais comentários sobre a corrida. Continuaremos a monitorar a situação”, comunicou um representante da F1. O GP da Rússia está presente no cronograma da Fórmula 1 desde o ano de 2014.

Sob aval do presidente Vladimir Putin, a Rússia iniciou à invasão ao território da Ucrânia, exigindo que o país vizinho abra mão dos armamentos e desmonte as forças militares. Diversos ataques já foram promovidos em diferentes pontos da Ucrânia.

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Até o momento, o atual campeão da Fórmula 1, Max Verstappen, e o alemão Sebastian Vettel, se pronunciaram sobre o tema, e se mostraram contrários à possibilidade da realização do GP da Rússia.

“É horrível ver o que está acontecendo. Se você olhar pro calendário, temos uma corrida agendada na Rússia. Da minha parte, na minha opinião, eu não deveria ir. Eu não vou. É errado correr naquele país. Sinto muito pelas pessoas inocentes que estão perdendo suas vidas, sendo mortas por razões estúpidas. Uma liderança muito estranha e insana. Pessoalmente, estou chocado e triste com o que está acontecendo”, afirmou o tetracampeão da Fórmula 1, que atualmente pilota pela Aston Martin.

“Quando um país está em guerra, certamente não é correto correr lá. Mas não é só sobre o que eu penso, é algo que todo o paddock deve decidir o que fazer”, disse Verstappen.

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