Home Futebol Ex-atacante exalta torcida do Flamengo: “Não conseguia conversar de tanto barulho”

Ex-atacante exalta torcida do Flamengo: “Não conseguia conversar de tanto barulho”

“A torcida do Flamengo é surreal”, declara Borges, ex-São Paulo, Santos e Cruzeiro

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

Borges, atacante que jogou por gigantes do futebol brasileiro como o São Paulo, Santos e Cruzeiro, concedeu entrevista ao podcast ‘Fora do Jogo’ e revelou qual o estádio que sentiu mais dificuldades de jogar no Brasil. Ele exaltou a torcida do Flamengo e deu detalhes de como é o Maracanã lotado com os torcedores do Rubro-Negro.

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“O estádio mais difícil no Brasil que joguei foi o Maracanã, contra o Flamengo. (Me marcou muito) aquele jogo contra o Cruzeiro, quando perdemos a Copa do Brasil, oitavas de final. O estádio estava lotado, a gente não conseguia conversar de tanto barulho que a torcida fazia. A torcida do Flamengo é surreal”, afirmou Borges, se referindo ao jogo em que o Fla venceu os mineiros por 1 a 0 em 2013, ano do último título de Copa do Brasil do clube carioca.

Na ocasião, o Cruzeiro era considerado o melhor time do Brasil com o espetacular grupo que foi bicampeão do Brasileirão Série A. Na ida, no Mineirão, a Raposa venceu por 2 a 1, com um gol épico de Éverton Ribeiro, craque dos mineiros na epóca. Na volta, no Rio de Janeiro, o Flamengo conseguiu a classificação apenas aos 43 minutos do segundo tempo, com Elias marcando o tento que deu a vitória na eliminatória pelo critério do gol fora de casa.

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O Flamengo terá novamente a força do Maracanã nas próximas semanas. Nesta quarta-feira (6), o desafio é contra o Tolima, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América. No dia 13 de julho, a partida é ainda mais complicada: o Atlético-MG de Hulk e Turco Mohamed, pela Copa do Brasil, onde o Rubro-Negro busca reverter uma desvantagem de 2 a 1.

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“Isso foi feito para minimizarmos tudo o que aconteceu. As pessoas às vezes não entendem o que é você ter que enfrentar três partidas com a necessidade do resultado. Em todas elas a equipe dando a resposta, ainda não é o ideal, estamos longe do que queremos, mas num campeonato desse com a necessidade de pontuarmos, esses jogadores estão dando o máximo. Essa valorização tem que partir de dentro. Foram muito importantes para que buscássemos esse importante resultado. Ainda estamos distantes, mas em termos efetivos era o que precisávamos para um respiro no campeonato e a busca por algo maior”, disse o treinador do Flamengo.

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