Com gol de Zaracho, o Atlético venceu o Botafogo por 1 a 0, em jogo disputado neste domingo, no Engenhão, Rio de Janeiro, pelo Brasileirão. Em entrevista coletiva após a partida, Antonio Mohamed foi perguntado sobre as oscilações da equipe na temporada. Novamente, vieram as comparações com o Galo de Cuca, multicampeão em 2021.
Ao responder, Turco demonstrou um certo incômodo e lembrou dos atletas titulares que estavam lesionados como justificativa. O argentino admite que o time pode render mais.
“Ano passado é história. Isso já passou. Os jogadores são diferentes, a equipe é diferente. Há muitos jogadores que não estão mais aqui, praticamente oito já saíram. Alguns atletas como Zaracho, Jair e Keno, que são titulares estão voltando agora de lesão. Então, a análise precisa ser mais profunda. Eu confio muito no time, o melhor é que estamos na liderança do Brasileirão e nas quartas de final da Libertadores. Precisamos melhorar e seguramente iremos mostrar muito mais em todos os aspectos”, respondeu.
Turco comemora reação, mas cobra melhora
O técnico do Atlético sabia que estava pressionado por uma vitória. No entanto, mesmo com o resultado positivo os pedidos pela sua demissão seguem nas redes sociais.
“Semana difícil, depois de uma derrota dura. Hoje, o importante era ganhar. A equipe não fez grande partida, está claro que temos que melhorar em várias situações. Mas o importante era ganhar e terminar o domingo como líder do Brasileiro.
Atlético tem dois jogadores de saída
Ao mesmo tempo que efetivou quatro contratações, a diretoria do Galo deve também negociar a saída de alguns jogadores. A ideia é liberar aqueles que não estão sendo utilizados. Sendo assim, Guilherme Castilho e Fábio Gomes estão com os dias contados.
A informação foi divulgada pelo jornalista Heverton Guimarães, em seu Twitter. Grêmio e Juventude seriam os interessados em contar com Castilho. Fábio Gomes, por sua vez, pode parar no México. O mercado da bola no Galo promete ser agitado nesta semana.
Zaracho decide
O jogo foi decidido no início da etapa final. Melhor em campo, o Galo saiu na frente com Zaracho, em um daqueles lances que você não sabe se ele chutou ou quis cruzar. O que importa é que o argentino colocou os mineiros na frente. A partir daí o Galo passou a controlar e cadenciar o jogo. Não criou tantas chances, mas igualmente pouco sofreu. O Botafogo lutou, mas não criou muito. Melhorou, porém, com a entrada de Jeffinho no lugar de Sauer. O atacante foi quem mais incomodou a zaga do Atlético.

