Home Futebol Renato Maurício Prado contesta titularidade no Flamengo: “Esqueçam”

Renato Maurício Prado contesta titularidade no Flamengo: “Esqueçam”

Jornalista aponta falhas defensivas que impedem que Arturo Vidal possa ser titular no Flamengo

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

Contratação de peso na última janela de transferências, Vidal foi titular na final da Copa do Brasil. Na ausência de João Gomes, suspenso, coube a ele ser o parceiro de Thiago Maia no setor. Apesar da qualidade indiscutível na posse de bola, o chileno não possui a mesma pegada defensiva que a cria rubro-negra.

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Para o jornalista Renato Maurício Prado, é quase impossível Vidal ser titular no Flamengo atuando como volante. Na sua visão, falta fôlego para o meio-campista. A princípio, a única alternativa seria jogar no lugar de Arrascaeta quando o uruguaio estiver ausente.

“O Vidal não tem essa perna toda. Eu continuo a dizer, pessoal que esperava que o Vidal iria chegar, tomar posição, barrar, ser titular, esqueçam. Em condições normais, o Vidal não tem fôlego, não tem perna para ser titular no meio-campo do Flamengo. Acho até que no futuro, na ausência do Arrascaeta ele pode até ser utilizado como armador. Ele tem talento pra isso, mas como volante marcando a gente viu que ele deu muito espaço”, opinou Renato.

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Rodinei conta “segredo” antes de pênalti decisivo

Ao SporTV, Rodinei revelou uma premonição de David Luiz antes da cobrança que garantiu o título da Copa do Brasil ao Flamengo.

“Quando o Mateus Vital foi para a cobrança, David Luiz falou para mim: ‘Ele vai errar e vai sobrar para você. Está escrito e tudo desenhado para isso’. E, cara, quando ele errou, eu disse ‘agora é comigo’. Dei uma respirada, fui nervoso para a bola, o que é normal. Mas pude fazer o gol e dar esse título à Nação, porque ela merece muito”, contou Rodinei.

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No caminho em direção a Cássio, Rodinei diz que estava muito concentrado e confiante que iria converter, mas admite que emocionalmente não é tarefa das mais fáceis, uma vez que do outro lado tinha Cássio, especialista.

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“Nessas horas não imaginamos nada, tem que estar muito frio e concentrado, sabendo o que vai fazer. Antes é muito nervosismo, estamos falando do Cássio, que é um grande goleiro. Naquela caminhada você vê o cara maior do que a trave. Vocês (jornalistas) estão rindo, mas vão lá no meu lugar, não é fácil. Estava muito focado e sabia que se a bola sobrou pra mim eu tinha que fazer o gol”.

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