O próximo técnico da seleção brasileira é ainda um grande ponto de interrogação. O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, deve assistir ao jogo do Flamengo na semifinal do Mundial de Clubes e, posteriormente, partir rumo à Europa em busca de um nome que seja de consenso nos bastidores. De acordo com PVC, é certo que um já é descartado.
Segundo informações publicadas por Paulo Vinícius Coelho, Pep Guardiola é carta fora do baralho. Inicialmente, a CBF planejava investir na contratação, mas o espanhol tem contrato longo no Manchester City e não estaria disposto a um novo desafio na carreira.
O cenário de hoje aponta para quatro nomes favoritos. A surpresa é que Abel Ferreira, multicampeão com o Palmeiras não está presente neste quarteto, mas sim Jorge Jesus, ex-Flamengo e hoje no Fenerbahçe, da Turquia.
“Neste momento, há quatro nomes em posição de vantagem: Luis Enrique, José Mourinho, Carlo Ancelotti e Jorge Jesus. É cedo para ter certeza se algum deles será o escolhido. Muito cedo”, escreve PVC, para o UOL.
Ainda de acordo com PVC, Ancelotti é o que mais agrada a cúpula dos dirigentes da CBF. O grande problema é que o italiano já declarou que não pretende deixar o Real Madrid, a não ser que seja demitido.
“Ocorre que isto pode acontecer, se perder o Campeonato Espanhol desta temporada para o Barcelona e não vencer a Champions League nem o Mundial de Clubes. É improvável ter Ancelotti na seleção. Não impossível”, projeta Paulo Vinícius Coelho.
PVC fala sobre Abel na seleção brasileira
Bicampeão da Libertadores, campeão brasileiro, Copa do Brasil, entre outros, Abel Ferreira seria um candidato natural, mas parece estar atrás de Jorge Jesus.
“No Brasil, talvez… Abel Ferreira, quem sabe. Mas o nome de Abel perde força a cada crítica pelo comportamento e Jorge Jesus volta à tona por sua capacidade de trazer respeito dos analistas, um olhar de que é ofensivo e uma modernidade que, de fato, não tem. Jesus é o mais empírico dos treinadores de Portugal”, concluiu PVC.

