Home Futebol Dirigente do Grêmio diz que não tiraria Felipão em 2021 e dá bastidores da saída de Campaz

Dirigente do Grêmio diz que não tiraria Felipão em 2021 e dá bastidores da saída de Campaz

Paulo Caleffi concedeu declarações sobre o Grêmio em recente entrevista dada ao jornalista Farid Germano Filho no YouTube

Eduardo Caspary
Eduardo Caspary é jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014, com Especialização Digital feita entre 2016 e 2018 na mesma universidade. Apaixonado por esportes, em especial futebol e tênis. Mora em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Falando na condição de apenas torcedor que era na época, o hoje vice de futebol do Grêmio, Paulo Caleffi, indicou que teria mantido o técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão, em 2021. O dirigente entende que Felipão, mesmo depois da fatídica derrota de 1×0 para o Santos fora de casa, ainda tinha condições de tentar fazer o clube permanecer na primeira divisão, algo que não veio a acontecer.

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“Felipão é um grande gremista, um emblema do Grêmio. Eu te confesso que não sei os bastidores da saída dele e por isso não posso opinar se houve adequação no procedimento de saída. Como torcedor, senti pela saída dele. Depois daquele jogo do Santos, eu ainda via condições nele de conduzir o Grêmio para a permanência na Série A. Mas só quem estava lá para saber o que ocorreu”, disse o dirigente.

Hoje, Felipão é diretor-técnico do Athletico e encerrou oficialmente a carreira de treinador no final da temporada passada já no clube paranaense, onde foi vice-campeão da Libertadores em derrota para o Flamengo.

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Saída de Campaz do Grêmio

Bem na época de Felipão, que deu o aval para a contratação, o Grêmio contratou o meia colombiano Jaminton Campaz por cerca de R$ 21 milhões junto ao Tolima, da Colômbia. Caleffi, agora, participou da liberação do jogador por empréstimo ao Rosario Central, da Argentina.

“Era nossa atribuição resolver esta questão. Por ele ter um contrato longo, ele segue um ativo do clube. Foi emprestado, não vendido. Temos que proporcionar a ele que possa performar em outro clube o que ele não conseguiu no Grêmio. E ele mesmo tem consciência disso e pediu para sair. Ele entendia que havia recebido as oportunidades”, comentou, para depois terminar:

“Treinou muito bem na pré-temporada, mas quando entra no ambiente da Arena não consegue repetir o que faz nos treinos. Eu conversei com ele e ele entendeu o movimento também da questão do excesso de estrangeiros. A situação se resolveu com o atleta de maneira muito tranquila. E agora todos tem a ganhar”, encerrou.

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