Nessa quarta-feira, o Bahia foi derrotado pelo rival Sport na Copa do Nordeste. Os baianos foram superados pelo placar impressionante de 6 a 0, que iguala o feito de 1956 e 1959.
Esse resultado levantou muita preocupação sobre o primeiro ano desde que o Bahia se tornou uma SAF sob administração do grupo City e contou com um investimento recorde, tendo sido um dos clubes do país que mais recebeu financiamento.
Sob a administração da SAF, o Bahia foi o quarto time que mais gastou de todo o país, fazendo frente a alguns dos clubes mais poderoso, como Flamengo, Grêmio e São Paulo.
Contudo, o desempenho esportivo tem ficado muito abaixo do esperado. No momento, o time está na lanterna do grupo B da Copa do Nordeste, correndo sérios riscos de acabar ficando de fora do mata-mata da competição. O treinador Renato Paiva, que comanda o Bahia, falou sobre a situação.
“Obviamente, não posso dizer que algo está certo quando perco de 6 a 0. A expulsão não justifica o volume do resultado. É claro que estamos com dificuldades defensivas, em situações mais adversas, em que há mais experiência do outro lado, a equipe sofre. Nós começamos bem a temporada, com jogadores mais experientes. Neste momento estamos jogando com jovens. Mas tudo precisa de tempo, tem que ter tempo”, falou o treinador Renato Paiva.
Bahia investiu pesado em sua primeira temporada como SAF
Para esse ano, o maior reforço foi o lateral-esquerdo Jhoanner Chávez, que custou 18 milhões aos cofres do time nordestino. Tendo sido contratado junto ao Independiente del Valle. Essa também se tornou a contratação mais cara da história dos times do Nordeste do Brasil.
Além dele, também foram contratados jogadores como Marcos Felipe, Raús Gustavo, Acevedo, Diego Rosa, Kayky, Biel e Everaldo. Todos estiveram presentes na goleada contra o Sport.

