Home Futebol Seleção brasileira enfrentou o Marrocos duas vezes; relembre

Seleção brasileira enfrentou o Marrocos duas vezes; relembre

Brasil tem novo desafio contra marroquinos, dessa vez com nível de dificuldade superior aos anteriores

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

Neste sábado (25), a seleção brasileira faz o primeiro jogo após a Copa do Mundo no Catar. O novo ciclo visando o Mundial de 2026 começa com Ramon Menezes como treinador interino e algumas novidades entre os convocados.

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O adversário neste primeiro desafio é o Marrocos, que fez história e foi semifinalista no Catar, eliminando no caminho a Espanha e Portugal de Cristiano Ronaldo. A seleção já enfrentou os marroquinos duas vezes, em uma época em que a superioridade brasileira era bem maior em comparação com os dias de hoje.

O primeiro confronto foi em amistoso em 1997, quando o Brasil venceu por 2 a 0, com dois gols de Denílson. Em 1998 aconteceu um novo duelo, dessa vez pela Copa do Mundo na França e mais uma vitória brasileira, por 3 a 0, gols de Rivaldo, Bebeto e Ronaldo Fenômeno.

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Dessa vez, o desafio é grande para a seleção brasileira. O futebol marroquino vem em crescente evolução e já se estabeleceu como uma grande força no continente africano.

O Brasil joga contra o Marrocos em amistoso na cidade de Tânger, no país africano, às 19h (de Brasília).

Escalação do Brasil no jogo de 97: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano e Gonçalves; Émerson, Zé Elias, Juninho Paulista e Zé Roberto; Denílson, Dodô e Donizete.

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Escalação do Brasil no jogo de 98: Taffarel; Cafu, Júnior Baiano, Aldair e Roberto Carlos; César Sampaio, Dunga, Leonardo e Rivaldo; Ronaldo Fenômeno e Bebeto.

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Casemiro fala de Tite, Ramon Menezes e Ancelotti

“Eu tive experiência com nosso último treinador, o Tite, e ele deixou um legado muito grande aqui, e o maior legado que ele deixou para mim foi viver intensamente isso. Ele vivia 24 horas, todos os dias, junto com a comissão ia para a Europa ver os jogadores, ia para os clubes ver o lado sentimental, o lado humano, não só o lado do jogador. Se tiver um trabalho bem próximo da perfeição, eu diria que foi o do Tite. Mas no futebol a gente sabe: quando perde está tudo errado, quando ganha está tudo certo”, analisou o volante da seleção.

Sobre Carlo Ancelotti, do Real Madrid, disse o seguinte: “É um treinador que eu conheço muito, um amigo que tenho, um admirador que tenho no futebol, foi um prazer trabalhar com ele, mas tem um outro lado: o Ancelotti tem um clube, que é o Real Madrid, temos que respeitar o clube em que ele está, temos que respeitar o Ancelotti”, disse.

“Temos também um treinador aqui, o Ramon, que não é efetivo, mas está aqui para fazer esse jogo. São oportunidades, se ele faz um grande trabalho e os nomes que o presidente quer não aceitam, o Ramon está aí. A partir do momento que vim para cá, estou respeitando e tratando ele como um treinador de Copa do Mundo. Não só eu, mas todos os jogadores estão respeitando à altura porque ele é o treinador hoje e tem que ter um respeito pelo treinador”, avaliou o jogador da seleção brasileira e Manchester United.

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