O Palmeiras realiza na noite desta quarta-feira (29) a votação para a escolha dos 15 novos membros do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização). De acordo com o jornalista Perrone, os conselheiros da oposição estão revoltados com a atual gestão de Leila Pereira por conta da troca de urnas eletrônicas por tablets vinculados ao sistema de uma nova empresa contratada.
Segundo este grupo contrário à medida, o novo método não respeita a determinação estatutária. No estatuto do Palmeiras, está fixado que nas assembleias gerais e em determinados pleitos com voto secreto no conselho, como na eleição do COF, devem ser usadas urnas eletrônicas ou “outros meios eletrônicos confiáveis em sistema consagrado pela Justiça Eleitoral”.
Na visão dos oposicionistas, ele formato utilizado pela administração de Leila Pereira não é consagrado pela Justiça eleitoral, que habitualmente utiliza urnas eletrônicas para a definição de pleitos. Apesar do posicionamento contrário, os conselheiros não contestam a lisura das três votações já realizadas no clube com o uso de tablets.
Procurada pela coluna do Perrone, do UOL Esporte, a assessoria de comunicação do Palmeiras se pronunciou por meio de nota sobre o assunto, rechaçando que o atual sistema de votação descumpra as medidas determinadas no estatuto.
“O sistema eletrônico de votação usado pelo Palmeiras obedece com rigor ao estatuto social. A plataforma já foi utilizada de forma exitosa pelo clube em três eleições diferentes, sem qualquer contestação”, diz o comunicado emitido pelo Palmeiras.
PALMEIRAS EM AÇÃO
Na noite da última terça-feira (28), a Federação Paulista de Futebol fixou as datas dos dois confrontos decisivos que vale o título do estadual em 2023. Os embates do Palmeiras contra o Água Santa serão realizados nos dois próximos domingos (2 e 9 de abril), na Arena Barueri e Allianz Parque, respectivamente.

