Home Mídia Esportiva e bastidores Netflix deve investir em eventos esportivos e ser nova concorrente da Globo e TV aberta

Netflix deve investir em eventos esportivos e ser nova concorrente da Globo e TV aberta

Flávio Ricco informa sobre nova postura da gigante de streaming no mercado

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

As plataformas de streaming já são uma realidade no Brasil e em diversos outros países do mundo. Por aqui, a Amazon Prime Video é um exemplo de uma empresa que chegou para desafiar a TV aberta e ganhar o público do esporte com grandes eventos. Segundo informações de Flávio Ricco, em seu coluna no site ‘R7’, a Netflix, que é forte em séries, filmes e documentários, deve começar a investir no ao vivo.

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“Programas e até mesmo transmissões diferenciadas de shows e eventos esportivos”, cita o jornalista ao informar sobre os novos caminhos da Netflix. “Uma concorrência que promete ser muito maior para a TV aberta”, disse ele.

Por muito tempo, os eventos de futebol e esportes em geral no Brasil viveu o monopólio do Grupo Globo. Agora, a nova realidade indica uma divisão das principais competições e outras plataformas entrando na disputa pelos direitos de transmissões.

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A Copa Libertadores da América, por exemplo, passou três anos consecutivos no SBT até retornar para a Globo. A Record também “entrou na brincadeira” e possui os direitos dos Campeonatos Paulista e Carioca. A Band transmitiu o Mundial de Clubes em 2022 entre Palmeiras e Chelsea, o que foi um sucesso de audiência.

Allan Simon, jornalista especialista em mídia esportiva, falou um pouco sobre a realidade atual: “O mundo do futebol na televisão mudou e não tem mais volta”, cravou ele em seu blog no Uol.

Um fato comum também são os “pacotes rachados” das transmissões. É cada vez mais raro a Globo possuir total exclusividade de uma competição como já aconteceu antigamente. A Copa do Mundo Feminina, por exemplo, tem a CazéTV transmitindo todos os jogos, enquanto SporTV e TV aberta com apenas uma parcela das partidas.

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“Os direitos de transmissão dispararam em valores nos últimos anos, a concorrência de empresas estrangeiras com seus dólares tornou a disputa mais pesada. Hoje é possível afirmar: não cabe mais tudo na Globo”, reforçou Allan Simon.

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