Arrascaeta encarando a marcação em amistoso entre Flamengo e Orlando City. (Crédito: arcelo Cortes/ CRF)
O Flamengo encerrou sua pré-temporada nos Estados Unidos. Durante pouco mais de uma semana, o Rubro-Negro treinou, se preparou e realizou dois amistosos em solo americano. O primeiro terminou com vitória em cima do Philadelphia Union. Já o segundo acabou empatado em 1×1 com o Orlando City. O jornalista Mauro Cezar Pereira alertou para um velho problema do time: “o modo banana”.
Mauro relembrou momentos da últimas temporada onde o time se desligava e perdeu pontos importantes por isso.
“Alguns comportamentos que ainda existem e não podem existir. O Tite já foi apresentado ao ‘modo banana’ no ano passado. A derrota para o Grêmio comprometeu a possibilidade real do Flamengo ser campeão brasileiro. Poderia ter sido campeão se fizesse seu papel como fez contra o Palmeiras. Contra o Atlético, contra o Santos, contra o Grêmio”, iniciou Mauro Cezar durante o programa “Na área”.
“O Tite já sabe que esses jogadores têm uma capacidade absurda de desconexão da realidade, do jogo, de desconcentração. Isso houve de novo. No lance do gol e em momentos antes e depois. O Orlando recuperando as bolas, com o Flamengo frouxo, pouco competitivo… Então pra que faz esse amistoso? Imagem internacional. Ah, imagem banana do Flamengo? O comportamento não pode ser mais esse”, disparou o jornalista.
Ao analisar a formação do time, Mauro Cezar apontou que a escalação ofensiva da equipe comandada por Tite precisa ter uma mudança de postura.
“Começou a discussão que o Flamengo tem que ter um volante cão de guarda. Você pode ter todo tipo de meio de campo, mas todo mundo tem que participar o tempo todo e sem desconcentração. Esses jogadores têm que acordar pra vida. Esses amistosos serviram pra mostrar que o time não está vacinado. O modo banana volta às vezes”, finalizou o jornalista.

