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Técnico da Escócia admite preferência por jogos como contra o Brasil

Steve Clarke prevê desafios complicados na Copa do Mundo nas rodadas decisivas

Douglas Nunes
Formado em Jornalismo e com especialização em jornalismo esportivo, Douglas é jornalista há mais de 10 anos. Trabalhou com assessoria na Escola Zico e no Audax-RJ, além de ter sido repórter do Grupo O Dia. Está no mercado de iGaming desde 2016.
Técnico da Escócia admite preferência por jogos como contra o Brasil

Técnico da Escócia na Copa do Mundo. Foto Alamy.

A vitória por 1 a 0 sobre o Haiti colocou a Escócia na liderança do Grupo C e aumentou a confiança da equipe na Copa do Mundo de 2026. No entanto, o técnico Steve Clarke preferiu manter os pés no chão ao projetar os próximos compromissos contra Marrocos e Brasil, duas seleções que figuram entre as principais forças do futebol mundial.

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Em entrevista antes do duelo com os marroquinos, Clarke evitou estabelecer comparações entre os adversários e destacou que ambos representam desafios de altíssimo nível. No entanto, ele elogiou as características apresentadas pelas duas equipes.

“O próximo jogo contra Marrocos vai ser o mais difícil porque é o próximo jogo. Os dois são top 10 do mundo e são dois grandes times diferentes. O Marrocos fez um grande primeiro tempo contra o Brasil, que mostrou experiência no segundo tempo para voltar ao jogo. Esperamos um jogo difícil com ambos, então tentar separá-los é difícil”, afirmou.

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Escócia abraça papel de azarão

Apesar da liderança momentânea do grupo, Clarke reforçou que a Escócia continuará entrando em campo como azarã diante dos próximos adversários. Segundo ele, a equipe costuma se sentir confortável quando enfrenta seleções consideradas superiores e acredita que essa mentalidade pode ser uma vantagem no torneio.

“Contra oponentes difíceis precisamos ser muito bons, nós sabemos disso. Mas algo na mentalidade escocesa nos deixa mais confortáveis quando somos os ‘underdogs’. Éramos favoritos contra o Haiti e conseguimos um bom jogo. Agora somos os azarões e algumas vezes a Escócia prefere dessa forma”, declarou o treinador.

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A vitória sobre os haitianos encerrou um longo jejum dos escoceses em Copas do Mundo. Foi o primeiro triunfo da seleção no torneio desde 1990 e também abriu a possibilidade de uma classificação inédita para a fase eliminatória.

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Robertson acredita em pontuação contra Marrocos e Brasil

O discurso de confiança também apareceu nas palavras do capitão Andrew Robertson. O lateral reconheceu o favoritismo de Marrocos, mas garantiu que a Escócia acredita na própria capacidade de competir contra qualquer adversário quando consegue executar seu plano de jogo.

“Acreditamos em nós mesmos, não acho que estaríamos aqui se não acreditássemos. Esse time é repleto de esperança. Sabemos que vamos enfrentar um dos melhores times do mundo, mas também acreditamos que se estivermos no nosso melhor podemos dificultar o jogo para qualquer adversário. Se conseguirmos, podemos conquistar um ou três pontos que precisamos para fazer história”, destacou.

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