Após faxina no elenco, Inter fica com apenas quatro atacantes e mira outros dois nomes para o setor

Setor ofensivo mostra carências na abertura da temporada de 2020 no Inter

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Site Inter

Em uma verdadeira limpa promovida desde o final do Brasileirão, a direção do Inter liberou um total de seis atacantes e abre 2020 com apenas quatro nomes no setor ofensivo: Paolo Guerrero, William Pottker, Wellington Silva e o jovem João Peglow.

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Dentre as saídas, o destaque ficou por conta da venda de Nico López (foto), várias vezes titular, ao Tigres-MEX. Rafael Sobis, Guilherme Parede, Neilton e Tréllez também deixaram o clube, assim como Pedro Lucas, emprestado ao Figueirense.

Mesmo sem muita capacidade de investimento no mercado, o clube busca opções e tem dois nomes em vista para reforçar o plantel:

  • Marcos Guilherme, 24 anos, atacante do Al Wehda, interessa e a direção negocia a contratação definitiva do atacante ex-São Paulo e Athletico.
  • Thiago Galhardo, 30 anos, meia-atacante do Ceará, também interessa, mas tem cláusula de renovação automática no Vozão em caso de permanência na Série A, o que veio a acontecer.

Até o presente momento, os dois reforços apresentados pelo Inter são do setor defensivo: o lateral-direito Rodinei e o volante Musto.

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