Na noite da última quarta-feira (4), Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis Moreira foram detidos pelas autoridades do Paraguai após uma operação realizada na suíte presidencial que o pentacampeão estava hospedado no Hotel Resort Yacht y Golf Club. Ambos entraram no país com passaportes falsos, com numeração pertencentes a duas mulheres. Inocentada, a dupla afirmou que os documentos eram “presentes” de um empresário.
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Com renome internacional, o ex-jogador foi tietado pelo delegado principal Miguel López Russo, que fez questão de tirar uma foto com o “bruxo” e publicar em sua rede social. Indagado pelo ato, ele se defendeu afirmando que Ronaldinho Gaúcho é um “ídolo mundial”.
“Ele estava esperando e sabíamos que havia pessoas que queriam cumprimentá-lo. Conversamos com ele e, como se trata de um ídolo mundial, e eu sou fanático por futebol, brincamos um pouco ali e lhe pedi uma foto, que ele aceitou fazer. Tive essa oportunidade porque sou o chefe da delegacia. Foi uma foto simples e eu a publiquei no meu Facebook. Todos acharam que não tinha problema, mas haverá gente que não gostará e peço desculpas a esses”, afirmou, conforme noticiou o jornal Hoy, de Assunção.
Miguel López afirmou que ex-jogador e seu irmão “são inocentes até provarem o contrário” e por se tratar de um “astro do futebol”, não poderia apresentar o ex-atleta como os demais suspeitos que aparecem na delegacia diariamente. “É diferente de quando há a detenção por extorsão, homicídio e estupro, por exemplo”, disse.
Assis e R10 aguardam desfecho do caso para obterem a liberação para retornar ao Brasil.

