Mauro Cezar questiona escolha de Jô em deixar o Japão: “É incrível que ele queira voltar para esse Corinthians”
Após a saída de Vagner Love, o Corinthians se aproxima de um acerto para repatriar o atacante Jô
O atacante Jô, de 33 anos, tenta chegar a um acordo amigável com o Nagoya Grampus, do Japão, para negociar seu retorno ao Corinthians, clube em que foi revelado e acumula duas passagens, sendo que na última, em 2017, foi artilheiro e conquistou o Campeonato Brasileiro. Durante o podcast Posse de Bola, o comentarista Mauro Cezar questionou a opção do jogador em deixar o futebol japonês, ainda mais para retornar ao clube do Parque São Jorge, que não vive um bom momento.
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“Jô tem 33 anos, fez em março, o contrato dele com o Nagoya Grampus vai até 31 de janeiro de 2022, ele tem uma remuneração lá em dólar, excelente, o dólar continua em alta, ou seja, na conversão aí dá um salário muito interessante, um salário que seria talvez o maior do Brasil, transportado aqui para a nossa moeda, para ser colocado no ranking dos mais bem pagos do país, se não o maior, um dos maiores. É incrível, um jogador com 33 anos tendo tudo isso no Japão, onde inclusive a situação com relação à pandemia, o coronavírus, é bem diferente da situação que vivemos aqui, e ele queira voltar para esse Corinthians”, disse Mauro Cezar.
O jornalista ainda lembrou e citou os principais problemas do Corinthians atualmente, que vai desde questões políticas até dificuldades financeiras. “Esse Corinthians especificamente, pré-eleitoral, com um presidente que perdeu poder, prestígio, a torcida não confia mais em boa parte porque vê a dívida aumentar, os títulos não acontecem. A exemplo do que acontece com alguns treinadores, algumas ideias, algumas posições tomadas por dirigentes em alguns momentos, em contratação, formação de equipe, escolha de técnico, elas vão ficando para trás também”.
“O Corinthians nessa situação, sem dinheiro, não cumprindo em dia todos os seus compromissos porque não consegue, endividado, com eleição na porta batendo, ou seja, um turbilhão político aí e o país nessa situação. É inacreditável. A escolha profissional, cada um faz o que quer da sua vida, claro, mas eu fico impressionado”, completou.
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