Saiba por onde andam as campeãs do Grand Prix 2017

O Grand Prix 2017 foi a última edição da competição organizada pela FIVB e não poderia terminar de forma melhor. Maior campeão, o Brasil garantiu o 12º título da competição e iniciou o ciclo olímpico de Tóquio-2021 com o pé-direito

Andressa Fischer
Gaúcha, 22 anos | Escrevo sobre vôlei, futebol feminino e dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Divulgação/FIVB

Com um time renovado e liderado por Tandara e Natália, o Brasil faturou o Grand Prix 2017 em uma final emocionante contra a Itália. O título deu esperanças ao torcedor brasileiro de uma nova fase na seleção de José Roberto Guimarães, mas as campanhas ruins nos anos seguintes colocaram em xeque a chance de pódio nos Jogos de Tóquio.

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A campanha firmou jovens talentos na equipe nacional. Algumas jogadoras que já despontavam na Superliga, como Drussyla, Rosamaria, Bia, Carol, entre outras, se colocaram como fortes nomes para a Olimpíada do Japão.

Veja onde estão as jogadoras campeãs do Grand Prix 2017:

Tandara

Depois de passar pelo maior rival Sesc Rio, voltou ao Osasco em 2020. A temporada 2020/21 vai ser a quarta passagem diferente da oposta pelo clube paulista, onde foi campeã da Superliga e ganhou outros títulos nacionais.

Natália

Mudou de clube na Europa depois uma passagem rápida pelo Eczacibasi, da Turquia, e vai jogar no Dínamo Moscou. Na Rússia, a MVP do Grand Prix 2017 vai jogar ao lado da oposta russa Goncharova.

Bia

Renovou com o Osasco para a temporada 2020/21 e tem o objetivo de recuperar o vôlei que rendeu a ela o prêmio de melhor central da última edição do Grand Prix, e assim, sonhar com uma vaga entre as 12 de Tóquio-2021.

Adenízia

Após três temporadas e meia na Itália, retornou ao Brasil no início deste ano para jogar no Sesi Bauru. Na época, o foco da central estava na participação nos Jogos Olímpicos e decidiu voltar para ser melhor aproveitada na equipe paulista.

Roberta

Assim como Bia, renovou com o Osasco para a temporada 2020/21 e visa recuperar o vôlei que a levou a ser titular da seleção no início do ciclo olímpico e capitã do time de Zé Roberto na ausência de Natália.

Rosamaria

Decidiu voltar à sua posição de origem na saída de rede em 2019 e foi a segunda maior pontuadora da Liga Italiana, apesar da má campanha do Perugia na competição, foi um dos destaques da equipe e do torneio. Em 2020, a oposta trocou o time da região da Úmbria pelo Casalmaggiore, na Lombardia.

Drussyla

Nessa quarta-feira (01), a ponteira completa 24 anos e renovou com o Sesc Rio para 2020/21. Mesmo tendo sido pouco aproveitada na última temporada por lesão, a jogadora é um dos nomes de confiança de Bernardinho na equipe carioca.

Carol

Há dois anos no Praia Clube, vai para a sua terceira temporada na equipe mineira. Titular absoluta da equipe do técnico Paulo Coco, na seleção perdeu espaço para Bia e Mara, e com a grande fase de Thaísa no Minas e a volta de Fabiana, tem grandes chances de ficar fora das 12 de Tóquio.

Mara

Depois de passar pelo Osasco, se transferiu para o Sesi Bauru em 2020. Apesar de ter sido titular da seleção nos últimos dois anos, a central de 28 anos ganhou a concorrência da bicampeã olímpica Fabiana no último ano, em busca de uma vaga em Tóquio.

Macris

Pilar do Minas campeão de quase tudo nos últimos anos, vive grande fase e é titular incontestável da equipe nacional. No clube, renovou e vai para a quarta temporada seguida jogando na capital mineira.

Amanda

Voltou ao Sesc Rio em 2019 depois de alguns fora da equipe carioca. Presente em todo o ciclo olímpico até então, ganhou a confiança de Bernardinho ao Rio de Janeiro e foi a campeã do time do ex-treinador da seleção masculina na volta.

Gabiru

Trocou de posição no início do ciclo e virou líbero na seleção e no Sesc Rio. Renovou com a equipe carioca para disputar a quarta temporada seguida na capital fluminense, mas ganhou a sombra da promissora Natinha desde a última Superliga.

Suelen

Titular da seleção brasileiro no início do ciclo, convive com atuações irregulares no Praia Clube. Com o retorno de Camila Brait e Leia ao time nacional, perdeu es

Monique

Saiu do Sesc Rio em 2019 após não corresponder às expectativas de Bernardinho e voltou ao Praia Clube, onde joga ao lado da irmã gêmea Michelle. Em razão do bom aproveitamento da dominica Martínez na equipe uberlandense, não teve muitas chances no time titular, mas renovou com o clube mineiro.

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