Pós-carreira: o processo de Marcos Assunção para virar dirigente

Depois de 22 anos de carreira, Marcos Assunção pendurou as chuteiras em 2016, mas não quis deixar o futebol e segue trabalhando fora de campo

Luis Feitosa
Jornalista graduado e amante de futebol e futebol americano

Crédito: Reprodução/Instagram

Encerrar a carreira para um jogador de futebol nunca é fácil e mais difícil ainda é decidir o que será feito após pendurar as chuteiras. No entanto, o destino de muitos é continuar no esporte, mas atuando internamente como é o caso de Marcos Assunção que encerrou sua trajetória em 2016 e atualmente trabalha como dirigente.

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Em entrevista para o site da ESPN, Marcos Assunção contou como foi o processo de mudança de carreira e como deixou de ser um ex-atleta. Mesmo já tendo em mente sobre o que deseja ser no futuro pós-carreira, o agora dirigente só conseguiu concluir seu objetivo após três anos. O convite para ser diretor executivo do Água Santa surgiu quando o ex-companheiro de curso – o supervisor do time de Diadema, Laureto, decidiu dar uma oportunidade ao ex-jogador.

“Depois que parei de jogar eu fiz dois cursos de gestão e um de coordenação de base para trabalhar em clubes. É o que desejo para o meu futuro. Eu comecei uma nova carreira. Não sou mais um ex-atleta, mas um diretor de futebol”, disse Assunção ao ESPN.com.br.

Quem chega e quem sai dos clubes?

 

O início foi mais difícil do que o imaginado, mas Marcos Assunção conseguiu lidar bem com o cargo. Em uma temporada que o Água Santa voltava para a elite do Paulistão após quatro anos, o planejamento teria que ser especial para que tudo acontecesse como o esperado e a equipe tivesse um bom desempenho na primeira divisão estadual.

“O maior desafio que enfrentei no começo foi a falta de experiência por ser um primeiro trabalho. Mas por ter sido jogador eu consegui tirar de letra”, afirmou o dirigente do Água Santa.

Apesar da falta de experiência e as trocas de técnicos, o Água Santa vai se classificando para a segunda fase do Paulistão. Com 11 pontos, o time de Diadema é o segundo colocado do grupo A, mas para garantir a vaga precisa vencer o Palmeiras no Allianz Parque. Além disso, a equipe ainda corre risco de rebaixamento e o triunfo é fundamental para que o time de Marcos Assunção caia novamente.

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