Palmeiras: Abel valoriza trabalho de reservas em empate com Vasco

Verdão ficou no empate por 1 a 1 com o Vasco nesta terça-feira (26), última partida antes da final da Libertadoes

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Cesar Greco/Site Oficial do Palmeiras

No último jogo do Palmeiras antes da final da Libertadores, com o Santos, a equipe novamente escalou um time reserva e ficou no empate por 1 a 1 com o Vasco. E novamente uma partida em que o time perdeu várias chances para fazer o gol.

Abel Ferreira falou sobre os erros que evitaram com que o Verdão pudesse até conseguir uma vitória. Mas o treinador palmeirense elogiou a postura ‘competitiva’ de sua equipe na partida diante dos cariocas no Allianz Parque.

“Infelizmente, não conseguimos materializar as chances de gols que tivemos. Mas o processo está lá. É valorizar os garotos que entraram. Parece fácil para quem joga em baixo. Para chegar em cima, vai ter que competir e quem não conseguir competir está fora. Vanderlan entrou 15 minutos para competir, assim como o próprio Renan É preciso qualidade para competir”, declarou Abel.

Quem chega e quem sai dos clubes?

 

Agora, só resta ao Palmeiras a decisão com o Santos no sábado (30), o jogo mais importante da temporada e, talvez, dos últimos anos. Abel não quer colocar ansiedade em si e no elenco alviverde para a finalíssima do Maracanã, apesar de toda a importância da partida.

“A final é uma oportunidade. Trabalhamos todo dia para conseguirmos chegar a este alto nível. Então, temos que aproveitar e desfrutar. A final é fruto do trabalho que fizemos. O que irei dizer aos jogadores é que desfrutem e vivam o momento com intensidade”, disse o técnico do Verdão.

“A minha forma de ser e estar é simples: aconteça o que acontecer, é sempre positivo. Quando Deus quer uma coisa, a gente tem que aceitar. Seja o que for. Para ganhar títulos, a gente tem que estar em times como o Palmeiras, foi por isso que atravessei o Atlântico”, completou.