O São Paulo não conseguiu sair do 0 a 0 com a Campinense nesta quinta-feira (24), pela Copa do Brasil. Mas pelo regulamento da primeira fase, o empatou favoreceu o time do Morumbi, que avança para a segunda fase do torneio.
Apesar da classificação, o modo como o time se comportou, sobretudo ofensivamente, não foi do agrado máximo de Rogério Ceni. Na coletiva pós-jogo, o técnico são-paulino lamentou as várias chances perdidas pelo time, que em sua visão, poderiam ter dado ao Tricolor uma classificação sem sofrer muito em Campina Grande.
“O que causou essa pressão foram os números excessivos de chances que tivemos no primeiro tempo e não conseguimos fazer o gol. Não é que a Campinense poderia ter se classificado, mas o São Paulo poderia ter feito uns dois ou três gols e eu não estaria preocupado”, afirmou Ceni.
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A pressão pelos gols não surtiu efeito e o empate sem gols permaneceu até o fim. Na visão do treinador, 0 a 0 no Amigão também tem a ver com uma postura menos agressiva que seu time ficou na reta final do jogo, apenas esperando que o resultado confirmasse a vaga.
? Coletiva pós-jogo: Campinense x São Paulo
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— São Paulo FC (@SaoPauloFC) February 25, 2022
“Claro que todo mundo se preocupa com o final. O time começou a ficar retraído, a não jogar solto, não faz as mesmas triangulações. O gramado alto…”, comentou.
No entanto, não foi apenas de visão crítica que foi a coletiva de Rogério Ceni, que também viu aspectos positivos no time. Um deles a atuação de Rodrigo Nestor, a qual qualificou de a ‘melhor do ano’ com um posicionamento que o colocava mais perto do ataque.
“Primeiro que achei que foi o melhor jogou do Nestor no ano comigo. A posição mais adiantada, chegando ao ataque, deixou três jogadores na cara do gol. Muito técnico. O auxílio do Pablo (Maia) deixa ele mais livre. Fez uma ótima partida”, disse Ceni.

