Com a possibilidade real de se tornar uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol), o Atlético foi alvo nos últimos dias do Grupo City, dono do Manchester City e de outros clubes do mundo. Segundo o ge.com, os valores iniciais apresentados não agradaram a cúpula alvinegra, mas as negociações não estão encerradas.
Se, porventura o Atlético for vendido ao grupo dono do City, não será necessário, por exemplo, alterar o nome do clube ou passar a utilizar a cor azul (a mesma do Cruzeiro). De acordo com informações do “Blog do Rafael Reis, caso a transação seja concluída, a identidade do atual campeão brasileiro seria 100% mantida.
O Atlético, logicamente, não abre mão destes dois itens ao ‘passar o bastão’ a um investidor. A possibilidade do Galo ter alteraçõs em sua identidade visual e histórica é praticamente zero. Nas redes sociais, surgram especulações de que o clube passaria a se chamar “Belo Horizonte City”, “Mineiro City”.
Vale lembrar que Troyes, da primeira divisão francesa, e o Girona, que disputa a Série B na Espanha, foram adquiridos pelo Grupo e mantiveram seus respectivos distintivos, nomes e cores tradicionais.
Inicialmente, os investidores apresentaram uma proposta na casa de R$ 1 bilhão e inclui a aquisição de 51% de uma eventual Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Galo.
Recentemente, o jornalista Jorge Nicola informou que o clube já teria estipulado o valor para uma eventual venda. “A operação total, incluindo investimento e dívidas, tem de ficar perto dos R$ 4 bilhões”, relatou um dirigente.
Atlético quer dominar a América Latina
Atual campeão brasileiro, da Copa do Brasil e da Supercopa, o Atlético não abre mão da profissionalização. De acordo com este diretor, o clube, se porventura se tornar uma SAF, quer dominar o futebol no continente.

