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Cruzeiro corre risco de ver rescisão de acordo por não pagamento de dívidas

Raposa tem atrasado pagamentos do acordo com a PGFN, estimados em mais de R$ 5 milhões de parcelas não quitadas

Por Victor Martins em 18/03/2022 14:49 - Atualizado há 4 anos

Gustavo Aleixo/Cruzeiro

A situação do Cruzeiro segue complicada em diversos aspectos, mesmo com a chegada da SAF e de Ronaldo Fenômeno. Tanto que um acordo para o pagamento de dívidas pode ser encerrado por não-quitação de parcelas.

De acordo com o GE, parcelas de três acordos firmados com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para quitar as dívidas com a União podem fazer com que tais acordos entre a Raposa e o órgão possam ser rescindidos pelos atrasos. Os valores  totais ultrapassam mais de R$ 5,3 milhões.

São quatro parcelas não pagas em dois dos acordos, estes de maior valor, não pagas entre os meses de novembro de 2021 a fevereiro de 2022, totalizando pouco mais de R$ 1,1 milhão em débitos. Em outro acordo, são três parcelas atrasadas pelo cruzeirenses, entre dezembro e fevereiro, cada uma equivalente a R$ 21 mil. Já houve atrasos semelhantes em meados de 2021, quando a venda da sede Campestre II acabou ajudando o clube a quitar R$ 2, 5 milhões em débitos.

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O acordo entre Cruzeiro e PGFN é uma das partes da discussão entre a SAF e o clube enquanto associação civil. Ronaldo, principal investidor no clube, tenta um acordo no qual assumiria o pagamento da dívida tributária, e por consequência, com a PGFN, em troca da empresa também ter a propriedade das duas Tocas da Raposa, o que vem sendo debatido entre as partes.

A Raposa e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional assinaram o acordo de pagamento para quitar dívidas ativas com a União. Através dos pagamentos parcelados dos débitos, tal dívida foi reduzida para R$ 9,75 milhões, que é o valor atual do débito do clube com o órgão.

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