Home Futebol Treinador da Bélgica projeta novo confronto com o Brasil na Copa do Mundo: “Seria muito especial”

Treinador da Bélgica projeta novo confronto com o Brasil na Copa do Mundo: “Seria muito especial”

O Brasil foi eliminado nas quartas de final da última Copa do Mundo para os belgas

Por Paulo Foles em 01/04/2022 16:39 - Atualizado há 4 anos

Fifa / Reprodução

O sorteio desta sexta-feira (1) definiu o grupo do Brasil na Copa do Mundo do Catar com Sérvia, Suíça e Camarões. Caso avance de fase, é possível que a seleção comandada por Tite tenha novamente a Bélgica pelo caminho, assim como em 2018. Roberto Martínez, treinador dos belgas, comentou sobre a possibilidade, após o repórter Eric Faria, da TV Globo, dizer que Tite deseja um novo embate.

“Nós também [queremos enfretar o Brasil novamente]. Jogar contra o Brasil indica que estamos em uma fase adequada e creio que seria muito bonito. O sorteio provavelmente atraiu isso. Os primeiros grupos têm menos seleções entre as 10 primeiras do ranking e os quatro últimos têm mais, um caminho mais difícil. E, bom, jogar contra o Brasil no Mundial seria muito especial”, afirmou o treinador espanhol.

Na última Copa do Mundo, o Brasil caiu nas quartas de final após perder por 2 a 1 para a Bélgica, que conta com uma geração de grandes jogadores como Kevin De Bruyne, Eden Hazard e Romelu Lukaku.

A Bélgica, que vive os últimos capítulos de sua especial geração, tem Canadá, Marrocos e Croácia no Grupo F. Martínez analisou os confrontos:

“Para nós, é um grupo interessante, porque o futebol belga tem muita relação com o futebol marroquino, muitos jogadores têm dupla nacionalidade, inclusive temos pessoas da comissão técnica que vão trabalhar nas duas seleções. Temos também uma equipe jovem, como o Canadá, que conseguiu uma grande classificação e contrasta com a experiente seleção da Croácia, que tem uma grande experiência finalista de 2018. Um grupo muito distinto, que tem muita variedade de estilos e experiência”, disse ele.

Por fim, o treinador falou sobre a experiência da Bélgica para a Copa do Mundo: “É uma evolução. Creio que [a experiência] vai ajudar alguns jogadores e, por outro lado, pressionar os jovens. Não poderíamos estar com o mesmo grupo que estivemos em 2018, tem que ter caras novas, novos jogadores e são eles que vão fazer a diferença. Mas a experiência sempre ajuda muito nesses torneios”, concluiu.

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