Com pré-contrato assinado com o Atlético, Cristian Pavón desembarcou em Belo Horizonte nesta quinta-feira. Aos 26 anos, o atacante está perto de encerrar sua passagem pelo Boca Juniors e será reforço do Galo para a sequência da temporada.
Pavón desembarcou no Aeoporto de Confins, onde tirou fotos com torcedores do Atlético. Inicialmente, o registro foi divulgado pelo portal Fala Galo. Oficialmente, a direção alvinegra não trata o jogador como reforço e vai aguardar o fim do contrato com o Boca para anunicar a contratação. O vínculo atual termina no dia 30 de junho.
Nos últimos dias, Turco Mohamed entregou o acerto entre Atlético e Pavón. A revelação foi feita ao canal TyC Sports, da Argntina.
“Teremos Pavón em Junho, mas não contaremos com ele para a Libertadores, só se formos para a final. Teremos ele para a Copa do Brasil e Brasileirão” em junho, mas não para a Copa”, disse Turco ao se referir a Libertadores da América, já que cumpre suspensão.
De la Cruz tem preferência por dois clubes no Brasil
Segundo a jornalista Raisa Simplicio, De la Cruz gostaria de jogar na Europa. No entanto, ainda não recebeu nenhuma oferta do continente europeu e vai avaliar eventuais projetos que possa receber. Ao mesmo tempo, não descarta também permanecer no River.
Raisa ainda informa que no Brasil há dois clubes que o estafe de De la Cruz dá preferência: Atlético-MG e Palmeiras. A informação animou torcedorea dos dois times.
Concorrência deve turbinar salário futuro de De la Cruz
A princípio, o River tenta renovar seu contrato, mas até o momento não há nenhuma movimentação que garanta a permanência de De la Cruz. Com uma alta concorrência, a probabilidade é que valores ligados a uma possível compra e também ganhos mensais sejam ainda mais valorizados.
Hoje, De la Cruz recebe no clube argentino uma quantia próxima de 1 milhão de reais. A informação é do jornalista Jorge Nicola.
“Engana-se quem pensa que De la Cruz por estar perto de ficar livre será uma operação barata. Atualmente, o meia uruguaio ganha R$ 900 mil reais por mês. E diante da concorrência de times brasileiros, é natural que o seu salário seja inflacionado e com direito a luvas, aquele tradicional prêmio pela assinatura do contrato e ele se torne um jogador bem mais caro a partir de 2023”, disse Nicola em sua coluna no Superesportes.

