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Defesa do Vasco iguala marca positiva de 2009; confira

Equipe carioca tem a 2ª melhor defesa da Série B

Erick Montezano
Colaborador do Torcedores

Crédito: Buda Mendes/Getty Images

Após 7 partidas disputadas, o Vasco sofreu apenas 3 gols na Série B e está em segundo lugar no quesito melhor defesa. Esse desempenho igualou a marca do ano de 2009, quando foi campeão da segunda divisão do futebol brasileiro, com os mesmos 3 gols sofridos nos 7 jogos iniciais.

Segundo dados do SofaScore Brazil, a última vez em que a defesa Cruz-Maltina sofreu menos de 5 gols, nos primeiros 7 jogos da liga foi na temporada de 2016. Naquela ocasião, o setor defensivo do Vasco havia sofrido apenas 4 gols até então. Confira os números defesivos das últimas campanhas vascaínas na Série B, até a sétima rodada:

2009: 3 gols sofridos

2014: 5 gols sofridos

2016: 4 gols sofridos

2021: 9 gols sofridos

2022: 3 gols sofridos

Vasco também busca melhorar no setor ofensivo

De acordo com o técnico Zé Ricardo, o Gigante da Colina precisa de uma evolução por equilíbrio para, aos poucos, conquistar a confiança da torcida. Depois de dois triunfos e vaga no G-4 da competição, o treinador diz que ainda busca maior força ofensiva e quer o time mais consistente nos próximos jogos.

Em entrevista ao Globo Esporte, o comandante Cruz-Maltino diz que a equipe mostrou evolução nas últimas partidas mas que ainda precisa encontrar equilíbrio nas ações dentro de campo. Confira o que disse Zé Ricardo:

“Estamos em um processo de evolução e esperamos muito poder evoluir nas próximas partidas e entregar aquilo que o torcedor e nós também queremos. Que é uma partida um pouco mais consistente no setor ofensivo também. A gente sabe que tem muita coisa ainda para evoluir, a margem ainda é grande, muitos atletas chegaram, acho que foram 21 contratações.”

O treinador do Vasco também falou sobre o desafio de levar o clube de volta para a elite do futebol brasileiro:

“Talvez o maior desafio da minha vida, que é levar o Vasco novamente para a Primeira Divisão. Tenho uma relação muito íntima com o clube. O Vasco foi primeiro clube de camisa que eu trabalhei ainda no futebol de salão. Acho que por ter conseguido levar o clube para uma disputa tão importante como foi a Libertadores (em 2018), as portas se abriram e agora confiam a mim essa missão.”