A Fórmula 1 está expandindo, cada vez mais, seu calendário. E a Liberty Media, dona da categoria, pensa em voltar ao continente africano. A África recebeu F1, pela última vez, em 1993 no circuito de Kyalami.
O último vencedor da prova da África do Sul foi Alain Prost da Williams. Ayrton Senna terminou em segundo e um surpreendente britânico Mark Blundell da Ligier fechou o pódio. Christian Fittipaldi com a pequena Minardi chegou em quarto lugar e marcou três pontos. Na época, os seis primeiros ao final pontuavam.
Esta foi a primeira vez desde 1971 que a primeira corrida de uma temporada não contou com a presença do campeão de pilotos do ano anterior (Jochen Rindt faleceu nos treinos para o Grande Prêmio da Itália de 1970 e foi campeão póstumo graças à vitória de Emerson Fittipaldi nos EUA). Nigel Mansell, campeão de 1992, transferiu-se para a Fórmula Indy, onde conquistou o título em seu ano de estreia. Assim, a Williams ficou impossibilitada de ostentar o número #1, e atribuiu o número #2 para designar Alain Prost e o #0 para Damon Hill. Nesse último caso, uma medida inédita, desde o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 1973 quando, Jody Scheckter defendia a McLaren.
GP da África do Sul: história
A etapa sul-africana foi disputada de 1962 a 1965, voltando em 1967 com interrupção nas temporadas de 86,87,88, 89, 90 e 91. Além de Kayalami, o Prince George Circuit recebeu a corrida. O maior vencedor da prova é o austríaco Niki Lauda com três vitórias.
Quando a F1 volta?
O campeonato mundial volta a acontecer neste fim de semana, no GP da Espanha, em Barcelona.

