Home Futebol Kalil diz que estão planejando ‘bomba’ contra ele no Atlético-MG na época das eleições

Kalil diz que estão planejando ‘bomba’ contra ele no Atlético-MG na época das eleições

Ex-prefeito de Belo Horizonte será candidato ao governo do Estado

Por Matheus Camargo em 09/05/2022 12:52 - Atualizado há 4 anos

Bruno Cantini / Atlético

Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG, deixou o cargo de prefeito de Belo Horizonte para se candidatar ao governo de Minas Gerais, mas teme que seus adversários armem uma “bomba” envolvendo justamente o Atlético-MG, clube do qual foi presidente entre 2008 e 2014. Em entrevista à Rádio Super 91,7 FM, Kalil disse que já investigaram sua gestão e não encontraram nada.

“Eu vou avisar a turma que Atlético não. Agora estão chegando perto de mim e falando que estão preparando uma bomba contra mim no Atlético. Botaram um escritório, investigaram minha gestão inteira quando acabou e recebi assinado por todos os órgãos que nunca acharam nada. Vai preparar bomba em época de eleição, a última bomba que prepararam a revista está condenada”, disse Kalil. Ele ainda mandou um recado à torcida do Galo, lembrando que não vai tomar nenhuma ação com relação ao estádio, que inclusive levará o nome de seu pai, Elias Kalil.

“Primeiro, atenção torcida, o estádio é do Atlético, acho que já venderam 150 milhões de camarotes e cadeiras, mais meio shopping. O estádio chama Elias Kalil, é o nome do estádio, é uma das coisas que eu mais prezo e amei na vida foi meu pai. Só dele ter esse nome não é possível que o Kalil vai sabotar.”

Diretoria do Atlético-MG foi até a prefeitura para reunião

Kalil disse que recebeu membros do Atlético-MG como recebeu também dirigentes de Cruzeiro e América-MG.

“Antes de assinar [o contrato], esse assunto chegou para o prefeito resolver. Enquanto não estava assinado, nenhuma providência foi tomada. E continuam sem tomar nenhuma providência. Esse assunto me amola muito, é recorrente.”

Ele vai ser candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSD, mas para isso foi obrigado a abrir mão do cargo de prefeito de Belo Horizonte, ao qual foi reeleito em 2020.

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