Com gol de Gabigol, o Flamengo venceu o Altos por 2 a 0 nesta quarta-feira (11) pela Copa do Brasil e se classificou para a próxima fase. Em entrevista coletiva após o jogo, Paulo Sousa falou sobre o camisa 9, que raramente é poupado.
“Temos muitos dados que nos permitem ter esse mesmo controle e também o histórico de cada jogador. E realmente o Gabi consegue manter vários jogos consecutivos numa performance que possa ajudar o time. Dentro daquilo que é a disponibilidade do elenco para cada jogo e tomando as melhores decisões para se ter o máximo de jogadores presentes, o Gabi tem sempre nos mostrado seja com o feedback dele pessoal ou com os dados que temos após os jogos, treinos e recuperações. Isso tem sido positivo para podermos integrá-lo aos jogos”, explicou o português.
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Tentando encontrar o melhor futebol em 2022, o Flamengo tem alguns problemas dentro e fora de campo. As lesões tem sido frequentes ao longo da temporada e Paulo Sousa comentou sobre esse tema:
“Hoje temos que dar os parabéns ao departamento médico mais uma vez. Matheuzinho foi integrando, vimos a questão importante de integrar em temos competitivo. É completamente diferente de quando o jogador está disponível para o treino. Pedro, Rodrigo e Pablo”, comentou o treinador do Flamengo, que completou:
“Olhando hoje para o DM, não há um grande número de jogadores que precisam recuperar. Há um trabalho sendo feito, acreditamos muito no trabalho do doutor Tannure, os recursos humanos são muitos bons, e refletimos todos os dias. Temos reuniões diárias, vejo uma procura e uma confiança dos nossos jogadores ao departamento médico”, afirmou ele.
O próximo jogo do Flamengo é contra o Ceará, no sábado (14), às 16h30 (de Brasília), pelo Campeonato Brasileiro.
Paulo Sousa fala sobre Rodrigo Caio
“Temos vários fases que determinamos desde o princípio de recuperação. A última fase é a integração em competição, que é das fases mais complexas, sobretudo quando temos jogadores que estão muito tempo sem terem competição”, explicou o português do Flamengo.
“Essa complexidade pede que tenhamos bastante equilíbrio em termos musculares e irmos entendendo que, como são lesões articulares, o impacto da competição para podermos ir administrando. E para termos o melhor desse jogador e de todos os outros. Temos recursos humanos e um departamento médico extraordinário e fisiologia, que nos permitem ter muitos dados para tomarmos as melhores decisões”, disse Paulo Sousa.

