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Mecenas do Atlético-MG surpreende ao falar sobre Renato Gaúcho

Empate com o Ceará eleva pressão sobre técnico do Atlético; pedidos por ‘Fora Turco’ tomam conta das redes sociais

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

O Atlético chegou ontem ao quarto jogo seguido sem vencer neste Brasileirão. Diante do Ceará, no Castelão, empate em 0 a 0 e o Galo não consegue subir na tabela de classificação. Pelo contrário, vê o Palmeiras com a possibilidade de hoje abrir sete pontos de vantagem. Antes candidato ao título, o time mineiro sequer está no G4.

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No Twitter, alguns torcedores mencionaram o nome de Renato Gaúcho como uma possiblidade para o lugar de Mohamed. Ao mesmo tempo, outros tantos ‘torcem o nariz’ e não enxergam nele como a melhor alternativa.

Vale lembrar que antes da volta de Cuca, em 2021, o Atlético chegou a negociar com Renato Portaluppi, mas não houve acerto entre as partes. Na ocasião, muito se falou que havia ficado uma mágoa pelo lado do Galo com o treinador.

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Na última terça, antes da partida contra o Ceará, o empresário Ricardo Guimarães, figura importante no dia a dia do Atlético foi perguntado sobre Portaluppi, que está livre no mercado. Segundo ele, não haveria nenhum impedimento pessoal que pudesse atrapalhar uma eventual investida sobre Renato.

“Esse negócio de mágoa a genta tá…se algum dia a gente tem mágoa, fica chateado, isso passa. A gente está acostumado com o mundo de negócio, você não pode deixar uma coisa pessoal prejudicar uma coisa…Se o Renato Gaúcho for um técnico para ser contratado vai ser contratado, nada vai impedir. Nós hoje, felizmente, estamos muito satisfeito, temos técnico, não estamos pensando nisso nos dias atuais O Turco faz um bom trabalho, o Atlético teve alguns percalços no meio do caminho, mas a gente também não pode creditar que tudo é culpa dele. Todos nós estamos envolvidos no projeto. Então, ele tem uma participação nos percalços, os 4Rs também, o presidente, vice-presidente, Rodrigo Caetano, jogadores, enfim, todos nós ganhamos e perdemos”, diz Ricardo ao jornalista Breno Galante.

“Não vamos deixar que seja o Renato Gaúcho ou qualquer outro, alguma coisa de foro pessoal prejudicar a parte institucional. Se alguém tivesse ficado chateado com o Renato Gaúcho por ele não ter vindo foi até muito bom, pois veio o Cuca e não poderia ter sido melhor (risos). Não tem nenhuma mágoa não. O trabalho dele vai ser avaliado pelo que ele faz no campo, é um grande técnico do futebol brasileiro”, completou.

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Renato Gaúcho está sem clube desde que deixou o Flamengo, no final do ano passado.

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Sinal de alerta ligado

Na saída do gramado, Everson admitiu preocupação pelo momento ruim do Atlético. Para ele, o sinal de alerta está ligado e a reação precisa ser imediata.

“Lógico que uma equipe que quer brigar pelo título, que é nossa pretensão, nós ficarmos sem vencer quatro rodadas é preocupante. Liga um sinal de alerta”, disse ao canal Premiere.

Ao mesmo tempo, Turco Mohamed segue na corda bamba. A pressão da torcida pela demissão vai crescendo nas redes sociais. Resta saber se ele será mantido até domingo. Assim como havia dito Keno, Everson concorda que os jogadores precisam dividir a responsabilidade.

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– Temos que trazer responsabilidade para a gente. Não só para o professor. Temos que assumir em campo, para que um pouco as críticas saem dele, e a gente possa ser mais responsável pelos nossos atos dentro de campo.

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