Turco tem melhor aproveitamento da carreira no comando do Atlético-MG; veja números
Treinador não tem alto índice de aproveitamento na carreira, sendo o maior deles no Galo, onde em sido criticado
Pedro Souza / Atlético-MG
Criticado no Atlético-MG, o técnico Antônio ‘Turco’ Mohamed vive o momento de maior aproveitamento de sua carreira em clubes desde que iniciou seus trabalhos como treinador. O levantamento foi feito e divulgado pelo Super FC, do jornal O Tempo.
No Atlético-MG, o Turco tem 70,5% de aproveitamento em 34 partidas no comando da equipe. São 21 vitórias, nove empates e quatro derrotas. Ele tem sido constantemente criticado pelos torcedores pelas atuações abaixo do esperado do time, que é o atual campeão campeão brasileiro e da Copa do Brasil no comando de Cuca.
Com Turco Mohamed, o Galo já conquistou a Supercopa do Brasil e o Campeonato Mineiro em 2022.
Veja o aproveitamento de Turco Mohamed em outros clubes, segundo o Tempo:
O maior aproveitamento da carreira do treinador, fora o Atlético-MG, foi em sua passagem pelo Monterrey, entre fevereiro de 2015 e maio de 2018. Ele atingiu 59,2% de aproveitamento pelo clube mexicano. São justamente no futebol do país que o treinador argentino fez seus melhores trabalhos até chegar ao Galo.
Ele ainda bateu 57,6% em sua segunda passagem pelo Monterrey, entre outubro de 2019 e novembro de 2020, além de 57,2% de aproveitamento quando dirigiu o América-MEX, de dezembro de 2013 a dezembro de 2014, e 55,5% no comando do Tijuana, de setembro de 2011 a maio de 2013. Ele ainda teve mais de 50% de aproveitamento em outras duas equipes mexicanas: no Monarcas Morelia, entre fevereiro e junho de 2004, com 51,2%, e no Querétaro, também em 2004.
Em sua única experiência europeia, Turco Mohamed fez trabalho com baixo índice no Celta de Vigo, batendo apenas 38,4% no futebol espanhol, de maio a novembro de 2018. No futebol de seu país, comandou o Colón, entre março de 2008 e setembro de 2010, com 48,1%, e o Independiente, de outubro de 2010 a setembro de 2011, com 42,5%. Os dados de seu trabalho no Huracán não foram disponibilizados.
Seus piores trabalhos em aproveitamento foram curtas passagens, ainda no México, por Chiapas, em 2005, e Veracruz, entre 2007 e 2008, quando atingiu apenas 27,7% e 33,3%, respectivamente.

