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CBF admite erro com o VAR em Palmeiras x São Paulo pela Copa do Brasil

Lances polêmicas do clássico seguem sendo assunto; Palmeiras reclama de uso do VAR

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

O Palmeiras foi até a CBF protestar após ser eliminado pelo São Paulo na Copa do Brasil na semana passada. O principal incômodo é em relação ao lance do gol do time de Rogério Ceni, que foi revisado pelo VAR. A linha de impedimento não foi traçada na origem da jogada que gerou a penalidade de Gustavo Gómez em Jonathan Calleri.

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O lance foi determinante para o resultado final: o São Paulo empatou o jogo no agregado e venceu nos pênaltis. A Confederação Brasileira de Futebol admitiu erro ao não traçar a linha para revisar a posição do atacante do São Paulo. Luciano cobrou e converteu o gol que mudou a partida.

Nesse contexto, o Palmeiras fez questionamentos para esclarecer o lance. Além do mais, o Verdão também reclama de uma situação em cima de Dudu ainda no primeiro tempo, que foi muito semelhante ao pênalti marcado em Calleri. Para a CBF, o camisa 7 ‘dobrou o joelho’ e não houve penalidade.

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Por causa do erro de não traçar a linha, os árbitros que estavam responsáveis pelo VAR em Palmeiras x São Paulo, Emerson de Almeida Ferreira e Marcus Vinicius Gomes, foram impedidos de trabalhar na 17ª rodada do Brasileirão Série A e foram mandados para o Programa de Assistência ao Desempenho de Arbitragem (PADA).

Após o clássico, Abel Ferreira chegou a reclamar dos lances: “Um minuto antes tem o pênalti, no lance seguinte tem o pênalti do adversário que o VAR marcou, não o Vuaden. E temos um pênalti do mesmo nível na primeira parte com o Dudu. Cada um faz o melhor que sabe e pode com os recursos que tem”, disse o treinador português do Palmeiras.

Rogério Ceni também comentou sobre o assunto, depois do empate do São Paulo contra o Fluminense neste domingo (17): “Tem que traçar a linha. Vale para todos. Se tivesse impedido, tinha que dar o impedimento. É assim que funciona. A bola bateu na mão, se foi para proteger o rosto, enfim, tem que ir lá e marcar. O que é justo, é justo. Até agora ninguém traçou a linha, né? Poderia traçar para gente saber, mesmo que atrasado, para a gente ter uma certeza. Se não a gente fala sobre suposições”, falou o ex-goleiro e ídolo do São Paulo.

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