O Atlético perdeu uma grande chance de ser o novo líder do Brasileirão. Neste domingo, o Galo ficou no empate com o São Paulo, que veio a Belo Horizonte com uma extensa lista de desfalques. Mesmo com seus titulares e o apoio de mais de 50 mil torcedores, o time mineiro não conseguiu furar a defesa do adversário.
Com o resultado, o Atlético permanece na terceira colocação na tabela, agora somando 28 pontos. Diferentemente do planejado, o Galo não poupou seus principais atletas diante dos paulistas. Turco Mohamed deu indícios que de pouparia alguns jogadores para a decisão da Copa do Brasil.
Durante e após o empate com o São Paulo, torcedores do Atlético ficaram na bronca com o treinador e alguns atletas. Os mais cobrados foram o lateral Guga, o meia Nacho Fernández e o atacante Eduardo Vargas.
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Na bronca com arbitragem
Executivo de futebol do Atlético, Rodrigo Caetano abordou a arbitragem de Anderson Daronco. O dirigente ‘poupou’ críticas ao árbitro e cobrou da CBF critérios do VAR. Na visão do dirigente, o árbitro gaúcho foi prejudicado ao não ser chamado para a revisão do suposto pênalti de Miranda, sobre Hulk, no segundo tempo.
“No primeiro lance, que o Hulk é derrubado, ela (jogada) é no mínimo interpretativa. Ou seja, se é uma interpretação e demorou todo aquele tempo, nada mais justo que o VAR chamasse o Daronco para ele ver. A questão da mão e de impedimento, o próprio VAR define”, disse, ao canal do jornalista Breno Galante.
Fala, Hulk!
“No meu lance, eu achei que foi 100% pênalti, tanto que eu estava muito consciente. Não sei o que o VAR falou com ele, não vi a imagem ainda. Se não foi, peço desculpas. O que mais me surpreendeu foi no final do jogo o Daronco chegar para mim e falar: ‘cuidado com o que você vai falar depois do jogo’. Juro pelos meus quatro filhos, que são as coisas mais importantes da minha vida. Eu falei que eu era homem e o que eu falasse eu ia assumir. Ele disse que não seria o último jogo que apitaria meu”, disse Hulk à Itatiaia.

